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Demanda interna aquecida e oferta limitada mantêm preços do arroz firmes no Rio Grande do Sul

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Mercado do arroz mantém firmeza nas cotações no RS

Os preços do arroz em casca seguiram firmes no Rio Grande do Sul durante a última semana, segundo levantamento do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada). A sustentação das cotações foi impulsionada principalmente pela demanda doméstica aquecida, que superou o interesse dos vendedores no período.

Reposição de estoques eleva liquidez no mercado

De acordo com o Cepea, a necessidade de recomposição de estoques ao longo da cadeia — especialmente nos segmentos atacadista e varejista — aumentou o ritmo das negociações em comparação com semanas anteriores.

Mesmo assim, os agentes do mercado seguem atuando com cautela, buscando equilibrar volumes e preços diante da proximidade da nova safra.

Produtores ajustam oferta diante da chegada da nova colheita

Do lado da oferta, os pesquisadores do Cepea destacam comportamentos distintos entre os produtores.

Aqueles com maior volume armazenado concentraram esforços na organização logística dos estoques, preparando-se para receber a safra 2026.

Já os produtores com menor disponibilidade de arroz realizaram vendas pontuais, liberando apenas o excedente do produto remanescente no mercado.

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Cenário indica estabilidade até a entrada da nova safra

O cenário atual aponta para uma manutenção da estabilidade nas cotações até o início efetivo da nova colheita, que tende a ajustar a relação entre oferta e demanda nas próximas semanas.

Enquanto isso, a demanda interna consistente segue sendo o principal fator de sustentação para os preços do cereal no mercado gaúcho.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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CONAPE debate crédito, regularização da pesca e impactos das mudanças climáticas

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O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) realiza, nesta terça-feira (15), o primeiro dia da 49ª Reunião Ordinária do Conselho Nacional de Aquicultura e Pesca (CONAPE), em Brasília. O encontro reúne conselheiros e representantes do Governo Federal para discutir temas estratégicos para o desenvolvimento da pesca e da aquicultura e o aprimoramento das políticas públicas para o setor.

Na abertura, o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo, destacou a importância da participação dos diferentes segmentos do setor na construção das políticas públicas. Segundo ele, o fortalecimento do conselho depende da união e da articulação dos atores envolvidos na atividade pesqueira e aquícola. “Para que o nosso conselho e a nossa pauta se consolidem, a gente precisa ter um setor mais unido e articulado. Isso faz com que possamos consolidar o maior conselho que debate os temas da pesca e aquicultura no nosso país, o nosso CONAPE”, afirmou.

Entre os assuntos da programação desta terça-feira estão créditos e financiamentos para a pesca e aquicultura, com destaque para o Pronaf Azul, ações do MPA e BNDES, e a importância dos conselhos nacionais para as políticas públicas. No período da tarde, foram discutidas atualizações sobre os registros e monitoramento da atividade pesqueira, critérios para registro de embarcações e a proposta de atualização da IN 05/2012, Instrução Normativa que regulamenta a pesca amadora e esportiva no Brasil e estabelece as regras para o cadastro de pescadores, empresas e barcos voltados para o lazer.

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A pauta também inclui a discussão sobre a proibição da pesca do peixe-porco/peroá, métodos de avaliação do risco de extinção de espécies aquáticas e o plano de recuperação da espécie. Outro tema de destaque é o enfrentamento dos impactos de estiagens, secas, cheias e demais eventos climáticos sobre as atividades pesqueira e aquícola.

Na quarta-feira (16), os conselheiros vão tratar de projetos de lei de relevância para a pesca e aquicultura, da Rede Pesca Brasil e das atualizações dos Comitês Permanentes de Gestão (CPGs). Também estão previstas discussões sobre o Núcleo de Gestão Compartilhada e o fortalecimento da governança do CONAPE, incluindo a atualização do regimento interno.

No período da tarde, serão apresentadas ações dos comitês de conformidade da pesca nacional, competitividade da tilapicultura, competitividade da carcinicultura, pesca amadora e esportiva, uso compartilhado do mar e pesca artesanal. A programação inclui ainda informações sobre a 4.ª Conferência Nacional de Aquicultura e Pesca e o acompanhamento dos encaminhamentos das reuniões anteriores, com definição das próximas ações.

Para o ministro Edipo Araujo, os debates realizados pelo conselho são fundamentais para orientar a atuação do poder público. “Estão aqui os temas que vão nos orientar no caminho da administração pública, para que lado nós vamos, de que forma vamos conduzir a construção destas políticas públicas”, destacou.

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A 49.ª Reunião Ordinária do CONAPE segue até esta quarta-feira, com encerramento previsto para as 18h.

Élen Gorski
Ministério da Pesca e Aquicultura
[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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