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Conselho de Administração do CBA designa novos diretores com intuito de se aproximar do setor privado

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O Centro de Bionegócios da Amazônia (CBA), órgão vinculado ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), conta com dois novos diretores em seus quadros. Carlos Henrique Soares foi o escolhido para assumir a diretoria de bionegócios e Alcinara Souza, a diretoria administrativa.

A designação dos novos membros ocorreu nesta quarta-feira (12), em reunião extraordinária do Conselho de Administração do CBA presidida pelo secretário de Economia Verde, Descarbonização e Bioeconomia, Rodrigo Rollemberg. “A transformação de biotecnologia para bionegócios pela qual passa o CBA não é simples e exige a escolha de profissionais qualificados, que contribuam com visão estratégica para um diálogo mais próximo com o setor privado e entidades como a Fiocruz”, argumentou.

O novo diretor de bionegócios, Carlos Henrique Soares Carvalho, tem experiência como coordenador da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas e como vice-diretor de gestão e desenvolvimento institucional da Fiocruz Amazônia, além de passagens pelo Governo do Amazonas, Prefeitura de Manaus e por várias universidades e centros de ensino. Doutor em administração, Carlos conta ainda com formação em Engenharia Industrial.

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Já a nova diretora administrativa, Alcinara Souza, conta com amplas experiências na administração de empresas como Pepsi-Cola, Gradiente, Fundança Universitas de Estudos Amazônicos, Whirlpool Amazonas, entre outros. Pós-graduada em auditória, Alcinara se destaca em áreas como planejamento estratégico, estudos de viabilidade econômico-financeira e domínio em reestruturação de áreas e processos de finanças.

O CBA é uma organização social dedicada a promover bionegócios na Amazônia, integrando pesquisa científica, inovação e sustentabilidade para valorizar e proteger a biodiversidade da região, em estreita colaboração com diversas entidades e comunidades locais para desenvolver soluções que combinam desenvolvimento econômico e preservação ambiental.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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Evento abordará metas de equidade do Fundeb com prefeitos

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O Ministério da Educação (MEC) realizará, na segunda-feira, 18 de maio, o evento Rotas da Equidade – Como alcançar a condicionalidade III do VAAR, em Brasília (DF). O encontro reunirá prefeitos e representantes de municípios de todo o país para discutir estratégias de fortalecimento da equidade nas redes públicas de ensino.  

A iniciativa tem como objetivo apoiar municípios que ainda não atingiram a condicionalidade III do Valor Aluno Ano por Resultado (VAAR) do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) — relacionada à redução das desigualdades educacionais, especialmente aquelas marcadas por recortes raciais. Para isso, o MEC vai apresentar estratégias de apoio técnico voltadas à formulação e à implementação de políticas educacionais mais justas. 

O cumprimento dos critérios é necessário para que as redes recebam o repasse da União ao Fundeb. O recurso visa ampliar o acesso a direitos educacionais e contribuir para garantir mais qualidade e oportunidades para todos. 

Em 2026, cerca de 1.914 redes municipais (34%) ainda não cumprem a condicionalidade III do VAAR. Todos os gestores convidados para o encontro representam redes municipais que ainda não alcançaram esse critério e, por isso, deixaram de receber a complementação de recursos. Os participantes devem realizar inscrição por meio de formulário eletrônico

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Durante o evento, o MEC apresentará materiais como os Referenciais de Implementação de Equidade na Educação, que trazem orientações práticas, indicadores e ferramentas de autodiagnóstico para aprimorar a gestão educacional; os Cadernos de Gestão das Modalidades Educacionais, organizados em seis volumes, com orientações sobre planejamento, financiamento, matrículas, formação e monitoramento; e as Devolutivas de Equidade Racial, que apresentam diagnósticos individualizados das redes municipais e recomendações práticas para promover a equidade racial.  

Também serão apresentados o Protocolo de Identificação e Resposta ao Racismo, voltado a orientar redes e instituições de ensino na tomada de decisão diante de casos de racismo, e os Cadernos Pedagógicos da Educação Especial Inclusiva, que trazem orientações para promover a inclusão escolar com o uso de tecnologia assistiva.  

Confira a programação completa no site do evento

Fundeb – O Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) é um Fundo especial, de natureza contábil e de âmbito estadual (um total de vinte e sete Fundos), composto por recursos provenientes de impostos e das transferências dos Estados, Distrito Federal e Municípios vinculados à educação, conforme disposto nos arts. 212 e 212-A da Constituição Federal. 

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O Fundeb foi instituído como instrumento permanente de financiamento da educação pública por meio da Emenda Constitucional n° 108, de 27 de agosto de 2020, e encontra-se regulamentado pela Lei nº 14.113, de 25 de dezembro de 2020. 

Além das fontes de receita de impostos e de transferências constitucionais dos Estados, Distrito Federal e Municípios, integram a composição do Fundeb os recursos provenientes da União a título de complementação aos entes federados que não atingiram o valor mínimo por aluno/ano definido nacionalmente ou que efetivaram as condicionalidades de melhoria de gestão e alcançaram a evolução dos indicadores a serem definidos sobre atendimento e melhoria de aprendizagem com a redução das desigualdades. 

Independentemente da fonte de origem dos valores que compõem o Fundo, todo o recurso gerado é redistribuído para aplicação exclusiva na manutenção e no desenvolvimento da educação básica pública, bem como na valorização dos profissionais da educação, incluída sua condigna remuneração. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi

Fonte: Ministério da Educação

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