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Grupo Especial Móvel de Combate ao Trabalho Escravo comemora 30 anos nesta terça-feira, 13
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Amanhã, 13 de maio, o Grupo Especial de Fiscalização Móvel (GEFM) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) completa 30 anos de atuação, um marco fundamental na consolidação das políticas públicas de enfrentamento ao trabalho análogo à escravidão no Brasil. Nesse período cerca de 66 mil trabalhadores foram resgatados.
As três décadas de atividade serão celebradas em Brasília com uma sessão especial no Senado Federal, às 10h, com a presença do ministro do MTE, Luiz Marinho, e, à tarde, a partir das 14h, terá dois painéis sobre a criação e os desdobramentos dessa que é a principal política pública de combate a essa grave violação de direitos humanos. O evento reunirá auditores-fiscais do Trabalho e especialistas no auditório do MTE.
Desde sua criação, em 1995, o grupo — formado por auditores-fiscais do Trabalho — já resgatou mais de 66 mil trabalhadores submetidos a condições análogas às de escravo. O enfrentamento estatal ao trabalho escravo contemporâneo teve início formal naquele ano, quando o Brasil reconheceu oficialmente a existência desse tipo de violação em seu território. No âmbito da Inspeção do Trabalho, esse enfrentamento se consolidou com a criação do Grupo Móvel, que atua em todo o país com articulação interinstitucional envolvendo o Ministério Público do Trabalho, o Ministério Público Federal, a Defensoria Pública da União e as Polícias Federal e Rodoviária Federal.
A data reafirma o papel essencial das políticas públicas de combate ao trabalho análogo ao de escravo, prática que se sustenta na exploração extrema da vulnerabilidade de trabalhadores, geralmente em situação de pobreza, comprometendo sua dignidade nas relações de trabalho. Ao longo dos anos, o combate a essa violação tornou-se uma missão compartilhada por todos os auditores e auditoras-fiscais do Trabalho. Com o amadurecimento da política, os casos passaram a ser identificados também em ambientes urbanos, no trabalho doméstico, no mercado sexual e em outros setores, além das áreas rurais.
PROGRAMAÇÃO – 30 ANOS DO GRUPO ESPECIAL DE FISCALIZAÇÃO MÓVEL (GEFM)
📅 Data: 13 de maio de 2025
🕙 10h | Sessão Especial
📍 Local: Plenário do Senado Federal
🕑 14h | Seminário “30 anos do Grupo Especial de Fiscalização Móvel (GEFM)”
📍 Local: Auditório do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE)
14h00 – 15h30 | Painel: O Início da Móvel
Palestrantes:
▪️ Márcio Leitão – Auditor-Fiscal do Trabalho em MG
▪️ Leonardo Sakamoto – ONG Repórter Brasil
▪️ Mário Lorenzoni – Auditor-Fiscal do Trabalho aposentado
▪️ Cláudia Márcia – Auditora-Fiscal do Trabalho aposentada
15h30 – 16h00 | Intervalo
16h00 – 17h30 | Painel: O Desenrolar da Política Pública
Palestrantes:
▪️ Marcelo Campos – Auditor-Fiscal do Trabalho (CGTRAE)
▪️ Jamile Virginio – Auditora-Fiscal do Trabalho (CGTRAE)
▪️ Cynthia Mara – Auditora-Fiscal do Trabalho em MG
▪️ Liane Durão – Auditora-Fiscal do Trabalho na BA
▪️ Gislene Stacholski – Auditora-Fiscal do Trabalho (GEFM)
BRASIL
Evento abordará metas de equidade do Fundeb com prefeitos
O Ministério da Educação (MEC) realizará, na segunda-feira, 18 de maio, o evento Rotas da Equidade – Como alcançar a condicionalidade III do VAAR, em Brasília (DF). O encontro reunirá prefeitos e representantes de municípios de todo o país para discutir estratégias de fortalecimento da equidade nas redes públicas de ensino.
A iniciativa tem como objetivo apoiar municípios que ainda não atingiram a condicionalidade III do Valor Aluno Ano por Resultado (VAAR) do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) — relacionada à redução das desigualdades educacionais, especialmente aquelas marcadas por recortes raciais. Para isso, o MEC vai apresentar estratégias de apoio técnico voltadas à formulação e à implementação de políticas educacionais mais justas.
O cumprimento dos critérios é necessário para que as redes recebam o repasse da União ao Fundeb. O recurso visa ampliar o acesso a direitos educacionais e contribuir para garantir mais qualidade e oportunidades para todos.
Em 2026, cerca de 1.914 redes municipais (34%) ainda não cumprem a condicionalidade III do VAAR. Todos os gestores convidados para o encontro representam redes municipais que ainda não alcançaram esse critério e, por isso, deixaram de receber a complementação de recursos. Os participantes devem realizar inscrição por meio de formulário eletrônico.
Durante o evento, o MEC apresentará materiais como os Referenciais de Implementação de Equidade na Educação, que trazem orientações práticas, indicadores e ferramentas de autodiagnóstico para aprimorar a gestão educacional; os Cadernos de Gestão das Modalidades Educacionais, organizados em seis volumes, com orientações sobre planejamento, financiamento, matrículas, formação e monitoramento; e as Devolutivas de Equidade Racial, que apresentam diagnósticos individualizados das redes municipais e recomendações práticas para promover a equidade racial.
Também serão apresentados o Protocolo de Identificação e Resposta ao Racismo, voltado a orientar redes e instituições de ensino na tomada de decisão diante de casos de racismo, e os Cadernos Pedagógicos da Educação Especial Inclusiva, que trazem orientações para promover a inclusão escolar com o uso de tecnologia assistiva.
Confira a programação completa no site do evento.
Fundeb – O Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) é um Fundo especial, de natureza contábil e de âmbito estadual (um total de vinte e sete Fundos), composto por recursos provenientes de impostos e das transferências dos Estados, Distrito Federal e Municípios vinculados à educação, conforme disposto nos arts. 212 e 212-A da Constituição Federal.
O Fundeb foi instituído como instrumento permanente de financiamento da educação pública por meio da Emenda Constitucional n° 108, de 27 de agosto de 2020, e encontra-se regulamentado pela Lei nº 14.113, de 25 de dezembro de 2020.
Além das fontes de receita de impostos e de transferências constitucionais dos Estados, Distrito Federal e Municípios, integram a composição do Fundeb os recursos provenientes da União a título de complementação aos entes federados que não atingiram o valor mínimo por aluno/ano definido nacionalmente ou que efetivaram as condicionalidades de melhoria de gestão e alcançaram a evolução dos indicadores a serem definidos sobre atendimento e melhoria de aprendizagem com a redução das desigualdades.
Independentemente da fonte de origem dos valores que compõem o Fundo, todo o recurso gerado é redistribuído para aplicação exclusiva na manutenção e no desenvolvimento da educação básica pública, bem como na valorização dos profissionais da educação, incluída sua condigna remuneração.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi
Fonte: Ministério da Educação
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