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MEC assina autorização para obras de novo campus do IFPE

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Na sede do Ministério da Educação, em Brasília, o ministro da Educação, Camilo Santana, assinou nesta sexta-feira, 7 de novembro, a autorização para o início das obras do campus Santa Cruz do Capibaribe do Instituto Federal de Pernambuco (IFPE). A unidade faz parte do conjunto de quatro novos campi que serão construídos no estado, com investimento total de R$ 100 milhões por meio do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC). 

“Esse é mais um campus de instituto federal que estamos autorizando a construção, em uma região de relevância industrial para Pernambuco. São R$ 25 milhões investidos pelo MEC. Os IFs são motivo de orgulho e fortalecem a educação técnica e profissional do nosso país”, disse Santana. 

O campus Santa Cruz do Capibaribe receberá R$ 15 milhões para obras e R$ 10 milhões para equipamentos e mobiliário, totalizando os R$ 25 milhões em recursos mencionados pelo ministro. Cerca de 1,2 mil estudantes serão atendidos no campus em cursos de qualificação profissional, técnicos e de graduação. 

Com 5.800 m² de área construída, o espaço terá blocos de salas de aula; laboratórios; setor administrativo; áreas de convivência; refeitório; castelo d’água; reservatórios de água potável e pluvial; sistema de tratamento e destino final de esgoto; cabine de força; abrigo de lixo; casa de gás; sistema elétrico; sistema de proteção contra descargas atmosféricas (SPDA); proteção contra incêndio e sistema de lógica; além de infraestrutura de acessibilidade. 

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IFPE – Atualmente, o IFPE conta com 16 campi, onde são ofertados 235 cursos para 27.454 estudantes matriculados. O instituto dispõe de 1.201 docentes e 900 técnicos-administrativos em educação. Além de Santa Cruz do Capibaribe, o Novo PAC contempla os novos campi de Goiana, Recife e Bezerros. O programa também prevê R$ 52 milhões em investimentos voltados à consolidação da estrutura física do IFPE, incluindo a construção de restaurantes estudantis, bibliotecas, laboratórios e outras unidades definitivas. 

Expansão – As novas unidades do IFPE fazem parte do plano de criação de mais de 100 novos institutos federais (IFs) em todo o Brasil, a previsão é gerar mais de 140 mil novas vagas de educação profissional e tecnológica, majoritariamente de cursos técnicos integrados ao ensino médio. Os novos campi estão sendo implantados em regiões que ainda não possuem IFs ou que têm baixo número de matrículas em cursos técnicos de nível médio em relação à população da região. A expansão é uma das ações que visam ao cumprimento do Plano Nacional de Educação (PNE), o qual prevê triplicar as matrículas da educação profissional técnica de nível médio, com pelo menos 50% da expansão no segmento público.     

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Consolidação – Para a consolidação nacional da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, os investimentos do Novo PAC somam R$ 1,4 bilhão. Desse montante, mais de R$ 927 milhões já foram investidos em melhorias e ampliação da infraestrutura das mais de 600 unidades existentes. A prioridade do investimento é a construção de restaurantes estudantis, bibliotecas, blocos de salas de aula e laboratórios, quadras poliesportivas e campi em sedes próprias.  

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Setec 

Fonte: Ministério da Educação

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Evento abordará metas de equidade do Fundeb com prefeitos

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O Ministério da Educação (MEC) realizará, na segunda-feira, 18 de maio, o evento Rotas da Equidade – Como alcançar a condicionalidade III do VAAR, em Brasília (DF). O encontro reunirá prefeitos e representantes de municípios de todo o país para discutir estratégias de fortalecimento da equidade nas redes públicas de ensino.  

A iniciativa tem como objetivo apoiar municípios que ainda não atingiram a condicionalidade III do Valor Aluno Ano por Resultado (VAAR) do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) — relacionada à redução das desigualdades educacionais, especialmente aquelas marcadas por recortes raciais. Para isso, o MEC vai apresentar estratégias de apoio técnico voltadas à formulação e à implementação de políticas educacionais mais justas. 

O cumprimento dos critérios é necessário para que as redes recebam o repasse da União ao Fundeb. O recurso visa ampliar o acesso a direitos educacionais e contribuir para garantir mais qualidade e oportunidades para todos. 

Em 2026, cerca de 1.914 redes municipais (34%) ainda não cumprem a condicionalidade III do VAAR. Todos os gestores convidados para o encontro representam redes municipais que ainda não alcançaram esse critério e, por isso, deixaram de receber a complementação de recursos. Os participantes devem realizar inscrição por meio de formulário eletrônico

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Durante o evento, o MEC apresentará materiais como os Referenciais de Implementação de Equidade na Educação, que trazem orientações práticas, indicadores e ferramentas de autodiagnóstico para aprimorar a gestão educacional; os Cadernos de Gestão das Modalidades Educacionais, organizados em seis volumes, com orientações sobre planejamento, financiamento, matrículas, formação e monitoramento; e as Devolutivas de Equidade Racial, que apresentam diagnósticos individualizados das redes municipais e recomendações práticas para promover a equidade racial.  

Também serão apresentados o Protocolo de Identificação e Resposta ao Racismo, voltado a orientar redes e instituições de ensino na tomada de decisão diante de casos de racismo, e os Cadernos Pedagógicos da Educação Especial Inclusiva, que trazem orientações para promover a inclusão escolar com o uso de tecnologia assistiva.  

Confira a programação completa no site do evento

Fundeb – O Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) é um Fundo especial, de natureza contábil e de âmbito estadual (um total de vinte e sete Fundos), composto por recursos provenientes de impostos e das transferências dos Estados, Distrito Federal e Municípios vinculados à educação, conforme disposto nos arts. 212 e 212-A da Constituição Federal. 

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O Fundeb foi instituído como instrumento permanente de financiamento da educação pública por meio da Emenda Constitucional n° 108, de 27 de agosto de 2020, e encontra-se regulamentado pela Lei nº 14.113, de 25 de dezembro de 2020. 

Além das fontes de receita de impostos e de transferências constitucionais dos Estados, Distrito Federal e Municípios, integram a composição do Fundeb os recursos provenientes da União a título de complementação aos entes federados que não atingiram o valor mínimo por aluno/ano definido nacionalmente ou que efetivaram as condicionalidades de melhoria de gestão e alcançaram a evolução dos indicadores a serem definidos sobre atendimento e melhoria de aprendizagem com a redução das desigualdades. 

Independentemente da fonte de origem dos valores que compõem o Fundo, todo o recurso gerado é redistribuído para aplicação exclusiva na manutenção e no desenvolvimento da educação básica pública, bem como na valorização dos profissionais da educação, incluída sua condigna remuneração. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi

Fonte: Ministério da Educação

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