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MEC lança formação para redes de educação integral

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O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Básica (SEB), lançou, na terça-feira, 23 de junho, o ciclo formativo para apoiar as redes de ensino e os conselhos de educação na revisão e na elaboração das políticas locais de educação integral em tempo integral. A iniciativa orienta estados e municípios na adequação às Diretrizes Operacionais Nacionais estabelecidas pela Resolução CNE/CEB nº 7/2025

Durante o webinário de lançamento do ciclo, transmitido no canal do MEC no YouTube, a diretora de Políticas e Diretrizes da Educação Integral Básica, Teresa Farias, destacou que o momento é de celebração. Pela primeira vez na história, o Brasil alcançou a Meta 6 do Plano Nacional de Educação (PNE), registrando 25,8% dos alunos da educação básica pública matriculados em tempo integral, superando o índice de 25% estabelecido pela meta. 

“Vamos consolidar um pouco mais as orientações para que as redes de ensino se apropriem de um pilar fundamental para a Política de Educação de Tempo Integral do nosso país, que é a implementação de políticas locais. Isso é apenas parte do nosso desafio de ampliar o atendimento, tão importante quanto qualificar os percursos normativos desenvolvidos ao longo da escola”, apontou Teresa.  

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O evento de abertura também contou com a participação da coordenadora-geral de Educação Integral em Tempo Integral do MEC, Aline Zero, e a representante da União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação (UNCME), Fabiane Bitello. 

Ações nos territórios – Na mesma semana, também foi realizado o primeiro webinário temático do ciclo, focado em debater as dimensões I, II e III da Resolução nº 7/2025. A norma orienta que os sistemas de ensino observem seis dimensões estratégicas: acesso e permanência com equidade; gestão da política; articulação intersetorial; currículo, práticas pedagógicas e avaliação; valorização profissional; e monitoramento e avaliação. 

O ciclo formativo prevê a realização de webinários e encontros regionais para que as orientações cheguem a todo o país. Essa etapa será conduzida de forma descentralizada pela Rede Nacional de Articuladores do Programa Escola em Tempo Integral (Renapeti) nos estados, entre os meses de junho e agosto. A agenda completa dos encontros locais está disponível na seção Seminários e Formações na página oficial do programa Escola em Tempo Integral. 

Novo prazo  A Resolução CNE/CEB nº 2/2026 prorrogou o prazo limite para a instituição e revisão das normativas locais de educação integral em tempo integral para 31 de outubro de 2026

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Para possibilitar a inserção dos documentos, o MEC reabriu a aba “Política” no Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec), ambiente onde os entes federativos deverão inserir e formalizar seus atos até outubro. 

O MEC lançará, no dia 3 de julho, um estudo inédito que analisa a base de documentos das políticas locais já inseridas no Simec, para subsidiar ainda mais o trabalho técnico das secretarias e conselhos. O material reunirá orientações e recomendações para apoiar estados e municípios na revisão e suas regulamentações locais. 

Assessoria de Comunicação do MEC, com informações da Secretaria de Educação Básica (SEB) 

Fonte: Ministério da Educação

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Brasil reconhece, por lei, a Rota Turística das Cidades Coloniais Alagoanas

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Sete municípios alagoanos agora fazem parte de um circuito oficial de viagens. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a Lei 15.444, que institui a Rota Turística das Cidades Coloniais Alagoanas, um projeto que nasce com o objetivo de incentivar e fortalecer o turismo de aventura, de natureza e histórico na região.

A lei é assinada também pelo ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, que celebrou a criação da rota, afirmando que a medida valoriza a preservação da história e da diversidade cultural do Nordeste. “Os sete municípios que fazem parte da rota guardam um patrimônio arquitetônico, material e imaterial riquíssimo. Agora, nosso papel é transformar esse imenso potencial, levando mais turistas para a região, estruturando, qualificando e promovendo esse roteiro, o que vai gerar mais emprego e renda para o povo alagoano”, disse.

Conheça a rota

A rota abrange cidades que possuem patrimônios reconhecidos pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan):

* Marechal Deodoro: primeira capital de Alagoas, preserva casarões, igrejas e conjuntos arquitetônicos do período colonial;

* Penedo: às margens do Rio São Francisco, reúne um dos mais importantes conjuntos históricos coloniais do Nordeste, com igrejas e construções dos séculos 17 e 18;

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– Piranhas: teve papel estratégico na navegação do Rio São Francisco durante os Períodos Imperial e Republicano;

* Delmiro Gouveia: recebeu a primeira usina hidrelétrica da região Nordeste, inaugurada em 1913. Possui herança ligada à industrialização do sertão nordestino;

– União dos Palmares: o município abriga a Serra da Barriga, local associado ao Quilombo dos Palmares e à resistência negra no período colonial;

– Porto Calvo: uma das cidades mais antigas de Alagoas, teve importância estratégica no Período Colonial e em conflitos entre portugueses e holandeses;

– Água Branca: possui construções históricas ligadas à ocupação colonial do interior nordestino.

A nova legislação garante o apoio direto de programas oficiais, via Ministério do Turismo, voltados ao planejamento, à divulgação e à estruturação das atrações locais, com foco no fortalecimento do turismo, de forma integrada.

Por Bárbara Magalhães

Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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