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MEC quer ouvir desafios dos professores que ensinam matemática
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Com o intuito de mobilizar as redes de ensino de todo país sobre a urgência de se olhar para a aprendizagem da matemática na educação básica, o Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Básica (SEB), realizará, na terça-feira, 25 de fevereiro, o webinário “Somando Vozes por Toda Matemática”. O evento integra as ações preliminares ao lançamento do Programa Toda Matemática e será transmitido pelo canal do MEC no YouTube.
O webinário, agendado para as 15h (horário de Brasília), marca o compromisso do MEC com a melhoria da aprendizagem em matemática e busca o engajamento das secretarias de educação para a participação na Escuta Nacional de Professores que Ensinam Matemática. A iniciativa será promovida com o intuito de escutar os desafios dos professores e mapear seus perfis, anseios e expectativas quanto a uma política nacional voltada à matemática.
Os temas abordados do webinário irão refletir sobre os princípios de uma política para a matemática na educação básica, o ensino e a aprendizagem de matemática nas escolas e nas universidades, as Olimpíadas de Professores de Matemática (OPMbr), as comunidades de prática, bem como a importância do conhecimento pedagógico na aprendizagem da matemática.
Participarão do evento a coordenadora–geral de Ensino Fundamental do Ministério da Educação, Tereza Farias; a professora do Programa de Pós-Graduação em Educação da PUC-Campinas; a coordenadora do Grupo de Trabalho de Educação Matemática (GT19) da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (Anped), Celi Lopes; o subsecretário de Ensino da Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro, Adriano Giglio; o estudante da rede municipal de educação do Rio de Janeiro, medalhista da Olímpiada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas, Otávio Gonçalves; o professor titular e pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação da Universidade Federal do Ceará (UFC), Jorge Lira; e o professor da rede pública estadual de educação do Maranhão e medalhista da Olimpíada de Professores de Matemática do Ensino Médio, Rubens Netto. Também estará presente a equipe da Coordenação-Geral do Ensino Fundamental (Cogef) do MEC.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da SEB
Fonte: Ministério da Educação
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Escola Nacional de Hip Hop já tem adesão de 22 estados
As redes estaduais, distrital e municipais de educação têm até terça-feira, 30 de junho, para aderir ao Programa Escola Nacional de Hip-Hop. Até 24 de junho, 22 estados e o Distrito Federal já haviam confirmado participação na iniciativa, que busca incorporar ao ambiente escolar saberes urbanos, periféricos e negros por meio da cultura e pedagogia hip-hop.
A Escola Nacional de Hip-Hop integra a Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq) e prevê investimento de R$ 50 milhões entre 2026 e 2027. A adesão deve ser realizada exclusivamente pelo Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec), mediante assinatura do termo de adesão.
A proposta da Escola Nacional de Hip-Hop é fortalecer práticas pedagógicas que dialoguem com as vivências dos estudantes por meio de atividades ligadas à música, dança, grafite, batalhas de rima e formação cultural. Entre as ações previstas estão trilhas formativas voltadas à gestão de carreira de MCs, breaking olímpico, slams estudantis, batalhas de rima, atividades de grafite e experiências pedagógicas relacionadas ao hip-hop na educação.
Na educação básica, o hip-hop funciona como uma ferramenta de apoio ao sucesso acadêmico de estudantes em três grandes áreas: fortalecimento da identidade e da representatividade; integração de saberes e perspectivas decoloniais ao currículo; e melhoria do clima escolar, incluindo ações culturais que possam contribuir para reduzir o uso excessivo de celulares nos intervalos escolares.
Adesão – No levantamento realizado em 24 de junho, 22 estados e o Distrito Federal já haviam aderido ao Programa Escola Nacional de Hip-Hop. Entre as unidades da Federação que ainda não haviam formalizado a participação estão Amazonas, Espírito Santo, Mato Grosso e Paraná.
Nas capitais, 22 das 26 cidades já haviam confirmado adesão. Apenas Boa Vista (RR), Manaus (AM) e Vitória (ES) ainda não haviam concluído o processo.
O levantamento também mostra que a mobilização das redes municipais já alcança índices elevados em diversas unidades da Federação. O Amapá lidera o percentual de adesão entre os municípios, com 93,75%, seguido por Roraima (93,33%) e Acre (81,81%). Na sequência aparecem Maranhão (78,34%), Bahia (77,69%) e Rio de Janeiro (77,17%), demonstrando o avanço da implementação do programa em diferentes regiões do país.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi)
Fonte: Ministério da Educação
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