BRASIL
MME abre consulta pública sobre engajamento no desenvolvimento da eólica offshore no Brasil
BRASIL
O Ministério de Minas e Energia (MME) abriu, nesta terça-feira (12/5), a consulta pública do estudo “Plano de Engajamento de Partes Interessadas no Desenvolvimento de Eólicas Offshore no Brasil”. O estudo propõe a criação de um plano de engajamento voltado a todos os grupos que podem ser impactados ou interessados no desenvolvimento da fonte, como governos, empresas, comunidades locais, pescadores, ambientalistas e especialistas. O objetivo é garantir a participação dessas partes desde as etapas iniciais dos projetos, contemplando todas as fases de implantação das eólicas offshore no Brasil.
A iniciativa integra a parceria entre o MME e o Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD), no âmbito do programa Energy Sector Management Assistance Program (ESMAP). O documento foi desenvolvido pela consultoria RINA, sob coordenação institucional do Ministério e da Empresa de Pesquisa Energética (EPE).
O material está dividido em três volumes:
- Volume I – Fundamentos do Engajamento e Diagnóstico de Partes Interessadas
- Volume II – Plano de Engajamento de Partes Interessadas para o Planejamento de Eólicas Offshore
- Volume III – Roteiro de Engajamento para Empreendimentos de Eólicas Offshore
A medida integra as ações voltadas ao aprofundamento do conhecimento técnico para o avanço da energia eólica offshore no Brasil e faz parte das atividades do Grupo de Trabalho (GT) Eólicas Offshore, responsável por discutir aspectos normativos e regulatórios que permitam a consolidação do setor no país ao longo dos anos.
Webinar
Como parte da consulta pública, também foi realizado nesta terça-feira um webinar para apresentar os principais pontos do estudo, incluindo a metodologia, os resultados e as oportunidades de contribuição da sociedade para o aprimoramento do documento.
Para a diretora do departamento de Transição Energética do MME, Karina Araújo, encaminhar essa proposta para consulta pública vai auxiliar o governo e os investidores para um melhor contato com a sociedade sobre a eólica offshore. “É fundamental ouvir diferentes perspectivas, especialmente dos setores e comunidades envolvidos em cada fase dos projetos, garantindo transparência, participação, planejamento responsável e a busca conjunta por soluções. Nosso objetivo é promover um caminho que faça sentido para a sociedade, para que possamos avançar de forma segura, colaborativa e alinhada aos interesses do país em uma tecnologia estratégica para fortalecer a transição energética do Brasil”, afirmou.
O evento reuniu especialistas responsáveis pela elaboração do estudo, que discutiram os resultados obtidos e destacaram os espaços disponíveis para participação social durante a fase final de consolidação do documento.
A consulta pública ficará aberta até 1º de junho e pode ser acessada nos portais do MME e do Brasil Participativo.
Confira o evento completo:
Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | Email: [email protected]
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BRASIL
MEC debate papel do Enem na avaliação da educação básica
O Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) se reuniram com secretários estaduais de educação e equipes técnicas das redes de ensino para discutir estratégias de engajamento no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) voltadas a estudantes concluintes. O encontro, realizado em Brasília, contou com o apoio do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e enfocou também o novo papel do exame como parte da avaliação da educação básica brasileira.
Regulamentado pelo Decreto nº 12.915/2026, o Enem passa a funcionar como um exame único, com três funções estruturantes: certificar a conclusão do ensino médio, organizar o ingresso à educação superior e avaliar a qualidade da educação básica em todo o território nacional, como parte do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb). A proposta reforça o caráter integrador do exame e amplia seu uso como instrumento estratégico da política educacional brasileira.
“A gente sabe que o engajamento do Enem é muito maior que qualquer outra prova de avaliação do ensino médio. A nossa ideia é usar o Enem como a avaliação do Saeb ainda neste ano”, explicou o ministro da Educação, Leonardo Barchini. “Essa mudança no Saeb está em processo de evolução desde a década de 1990 e é algo invejável no mundo inteiro. A avaliação é uma parte muito importante para a construção e o planejamento das políticas educacionais”, completou.
Durante a reunião, o Inep apresentou estudos que demonstram a viabilidade da articulação entre o Enem e o Saeb e falou sobre a definição de padrões de desempenho associados às áreas de conhecimento. O objetivo é alinhar o exame às aprendizagens essenciais esperadas ao final da escolarização básica, fortalecendo a coerência entre currículo e avaliação, além de qualificar o uso dos resultados produzidos pelo Enem.
A experiência prevista para 2026 tem caráter transitório. Os resultados dessa edição não serão utilizados para fins de financiamento da educação básica, notadamente o Fundeb, permanecendo como referência, para esse efeito, os resultados do Saeb de 2025.
Ao promover o diálogo com as redes estaduais de ensino, o MEC reforça o papel do Enem como instrumento central de avaliação da qualidade da educação básica, além de fortalecer a articulação federativa necessária à implementação das mudanças previstas no novo marco normativo.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do Inep
Fonte: Ministério da Educação
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