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Prazo do Ministério do Turismo para receber informações sobre o Afroturismo no Brasil segue até 12 de março

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O Ministério do Turismo (MTur) prorrogou, até o dia 12 de março, o prazo para o envio de informações para o mapeamento do afroturismo brasileiro. A coleta de dados está sendo feito em parceria com a Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco), com o objetivo de concentrar, em um único local, a oferta de produtos do Afroturismo no Brasil.

O mapa vai incluir rotas, destinos, produtos, experiências e eventos ofertados ou protagonizados por afroempreendedores de todo o país. O levantamento será feito por meio de um formulário online contendo informações de profissionais que atuam no segmento de todas as regiões do Brasil, seja no cenário rural ou urbano.

A partir das informações coletadas, será construído um diagnóstico preciso, que servirá de base para futuras políticas públicas e ações estratégicas voltadas ao fortalecimento do afroturismo no país, no âmbito do “Programa Rotas Negras”, do Governo Federal. A iniciativa reúne estratégias que têm sido implementadas nos âmbitos federal, estadual e municipal, bem como as parcerias com a sociedade civil e iniciativas privadas para fomentar esse segmento.

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O mapeamento também servirá para ampliar a informação do público sobre os espaços voltados para o Afroturismo dentro dos órgãos oficiais de turismo de todos os Estados, cadastrados no Mapa Nacional do Turismo. Por isso, é muito importante participar com o envio das informações até o dia 12 (acesse o formulário AQUI).

SOBRE O AFROTURISMO – Trata-se de uma abordagem que valoriza as identidades e memórias sociais negras, promovendo a preservação do patrimônio cultural material e imaterial das populações locais. Essas iniciativas conectam visitantes a experiências culturais afrocentradas, impulsionando a economia criativa e fortalecendo o protagonismo negro no turismo.

Por Cléo Soares

Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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Escola Nacional de Hip Hop já tem adesão de 22 estados

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As redes estaduais, distrital e municipais de educação têm até terça-feira, 30 de junho, para aderir ao Programa Escola Nacional de Hip-Hop. Até 24 de junho, 22 estados e o Distrito Federal já haviam confirmado participação na iniciativa, que busca incorporar ao ambiente escolar saberes urbanos, periféricos e negros por meio da cultura e pedagogia hip-hop

A Escola Nacional de Hip-Hop integra a Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq) e prevê investimento de R$ 50 milhões entre 2026 e 2027. A adesão deve ser realizada exclusivamente pelo Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec), mediante assinatura do termo de adesão.  

A proposta da Escola Nacional de Hip-Hop é fortalecer práticas pedagógicas que dialoguem com as vivências dos estudantes por meio de atividades ligadas à música, dança, grafite, batalhas de rima e formação cultural. Entre as ações previstas estão trilhas formativas voltadas à gestão de carreira de MCs, breaking olímpico, slams estudantis, batalhas de rima, atividades de grafite e experiências pedagógicas relacionadas ao hip-hop na educação. 

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Na educação básica, o hip-hop funciona como uma ferramenta de apoio ao sucesso acadêmico de estudantes em três grandes áreas: fortalecimento da identidade e da representatividade; integração de saberes e perspectivas decoloniais ao currículo; e melhoria do clima escolar, incluindo ações culturais que possam contribuir para reduzir o uso excessivo de celulares nos intervalos escolares. 

Adesão – No levantamento realizado em 24 de junho, 22 estados e o Distrito Federal já haviam aderido ao Programa Escola Nacional de Hip-Hop. Entre as unidades da Federação que ainda não haviam formalizado a participação estão Amazonas, Espírito Santo, Mato Grosso e Paraná. 

Nas capitais, 22 das 26 cidades já haviam confirmado adesão. Apenas Boa Vista (RR), Manaus (AM) e Vitória (ES) ainda não haviam concluído o processo. 

O levantamento também mostra que a mobilização das redes municipais já alcança índices elevados em diversas unidades da Federação. O Amapá lidera o percentual de adesão entre os municípios, com 93,75%, seguido por Roraima (93,33%) e Acre (81,81%). Na sequência aparecem Maranhão (78,34%), Bahia (77,69%) e Rio de Janeiro (77,17%), demonstrando o avanço da implementação do programa em diferentes regiões do país. 

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Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) 

Fonte: Ministério da Educação

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