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Prefeitura de Colíder suspende obras e reformas nos cemitérios municipais a partir de 19 de outubro
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A Prefeitura de Colíder vai suspender, de 19 de outubro a 3 de novembro, obras, reformas e outras intervenções particulares nos cemitérios públicos municipais. A medida foi estabelecida através decreto pelo prefeito Rodrigo Luiz Benassi. O objetivo é permitir a limpeza, a manutenção e a organização dos espaços antes do Dia de Finados, celebrado em 2 de novembro, período de maior circulação de visitantes.
O secretário municipal de Indústria, Comércio, Emprego, Renda e Turismo, Leandro Kessler, explica que a proibição alcança construções, reconstruções, ampliações, revestimentos, pinturas e demais serviços realizados em túmulos, jazigos, sepulturas e outras estruturas particulares.
Durante o período, também não será permitida a entrada ou permanência de materiais de construção, máquinas, equipamentos, ferramentas e outros insumos destinados às atividades suspensas. A orientação é para que familiares e prestadores de serviços programem eventuais trabalhos antes do início da suspensão.
“Quem tiver alguma obra, reforma ou serviço maior para fazer precisa se organizar para concluir e retirar o material antes do dia 19. Nesse período, o trabalho da Prefeitura estará concentrado em deixar os cemitérios limpos, organizados e com circulação adequada para receber as famílias no Finados”, explica Kessler.
O QUE CONTINUA PERMITIDO
O decreto não interfere nos sepultamentos e demais atividades funerárias regularmente autorizadas. Também poderão continuar os serviços de limpeza, conservação, manutenção e organização executados ou autorizados pela administração municipal.
Pequenas intervenções consideradas indispensáveis estão liberadas quando realizadas exclusivamente com ferramentas manuais ou de pequeno porte e sem geração de resíduos. Entre os exemplos previstos está a substituição de vidro quebrado.
Serviços emergenciais também poderão ser feitos quando necessários à segurança das pessoas, à preservação das estruturas ou ao funcionamento dos serviços cemiteriais, desde que tenham autorização prévia da administração municipal.
“Não é uma interrupção dos serviços dos cemitérios. Sepultamentos continuam normalmente e situações urgentes serão analisadas. A restrição é dirigida principalmente às obras particulares que envolvem material, ferramentas, entulho e circulação de trabalhadores justamente nos dias de preparação para o Finados”, observa Kessler.
RETIRADA DE MATERIAIS
As obras que estiverem em execução deverão ser interrompidas antes do início da suspensão. Os responsáveis terão de retirar materiais, ferramentas, equipamentos, resíduos e entulhos, deixando os locais em condições adequadas de limpeza, segurança e circulação.
A Secretaria de Indústria e Comércio, por meio do setor responsável pela administração dos cemitérios, ficará encarregada de orientar usuários, prestadores de serviços e demais interessados sobre as regras previstas no decreto.
A Prefeitura de Colíder também deverá divulgar as restrições junto a funerárias, profissionais da construção civil e à população, especialmente para evitar que obras sejam iniciadas ou mantidas durante o período de suspensão.
“Encerrado o prazo, obras, reformas e outras intervenções poderão ser retomadas a partir de 4 de novembro, desde que sejam observadas as normas municipais e as orientações do setor responsável pelos cemitérios”, finaliza Leandro Kessler.
Redação: Assessoria
Colíder
Prefeitura de Colíder fornece uniformes profissionais para 102 servidores da Educação
A Secretaria Municipal de Educação de Colíder entregou uniformes profissionais para 102 servidores da rede municipal de ensino. Foram contemplados 40 profissionais da cozinha, 53 zeladores e nove vigias, com peças definidas de acordo com as funções exercidas no ambiente escolar. A entrega aconteceu na da Escola Municipal Fábio Ribeiro da Cruz.
O secretário municipal de Educação, Adriano Camilo, informa que que a Prefeitura de Colíder investiu R$ 21,4 mil na compra. “Os profissionais da cozinha receberam dois kits, cada um composto por avental, calça, camiseta e touca. Para zeladores e vigias, a aquisição prevê camisetas de identificação funcional”, relata.
Além da padronização das equipes, o fornecimento atende exigências sanitárias, facilita a identificação dos servidores e melhora as condições de trabalho dentro da unidade.
SEGURANÇA
A definição das peças levou em conta a rotina de cada função. “Na cozinha, por exemplo, não dá para pensar só na camiseta. São profissionais que trabalham diretamente com alimentos e precisam estar com a vestimenta adequada, inclusive com touca e calçado de segurança”, esclarece Adriano.
Ele explica que a distribuição também resolve uma questão prática dentro da escola. “O uniforme ajuda muito na identificação de quem trabalha em cada setor. É uma coisa simples, mas que organiza melhor a rotina e dá mais segurança para o próprio servidor”, acrescenta.
Adriano Camilo observa que a medida também representa atenção a profissionais que desempenham atividades essenciais para o funcionamento diário das escolas. “São pessoas que estão ali todos os dias, cuidando da limpeza, da alimentação e da segurança. Ter roupa adequada para trabalhar faz diferença na rotina”, conclui o secretário de Educação.
Redação: Assessoria
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