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Governo empenha emenda de R$ 2,5 milhões do Dr. João para construção do Samu em Tangará

A nova unidade do Samu será construída no Jardim Europa, anexo a unidade de saúde do bairro

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O deputado estadual Dr. João (MDB) anunciou o empenho, na terça-feira (08), de uma emenda parlamentar no valor de R$ 2,5 milhões para a construção da nova sede do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) em Tangará da Serra. Com isto, o recurso fica assegurado pelo Governo de Mato Grosso para a obra.

O investimento total da obra será de R$ 5 milhões.

O deputado Dr. João já havia prometido, após solicitação do prefeito Vander Masson (União), que conseguiria os recursos necessários para a construção do novo prédio. “Nosso compromisso é com a saúde e o bem-estar da população de Tangará da Serra. A nova sede do Samu será fundamental para melhorar o atendimento de urgência e emergência na cidade”, destacou Dr. João.

A nova sede do SAMU em Tangará da Serra é uma demanda antiga da população e dos profissionais de saúde, que enfrentam dificuldades com a estrutura atual. Com a emenda empenhada e a contrapartida do governo estadual, a expectativa é que a construção do novo prédio comece em breve.

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O prefeito Vander Masson (União) agradeceu o empenho do deputado Dr. João e ressaltou a importância da parceria entre o município e o governo estadual para a realização de obras essenciais. “A construção da nova sede do Samu é uma vitória para toda a população de Tangará da Serra. Agradeço ao deputado Dr. João pelo compromisso e dedicação em trazer esses recursos para nossa cidade”, afirmou o prefeito.

A nova unidade do Samu será construída no Jardim Europa, anexo a unidade de saúde do bairro. A mudança também será vantajosa para o Hospital Municipal de Tangará da Serra. Isso porque salas serão desocupadas na unidade de saúde, ampliando espaços para os demais serviços e leitos.

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Justiça suspende despejo de famílias em Cuiabá após agravo da Prefeitura

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A Prefeitura de Cuiabá conseguiu uma liminar junto ao Poder Judiciário de Mato Grosso para suspender a desocupação de quase 500 unidades habitacionais no Residencial Villas das Minas e nos condomínios Lavras do Sutil I e II, em Cuiabá. A medida foi concedida pelo desembargador Rodrigo Roberto Curvo após recurso apresentado pela Prefeitura, por meio da Procuradoria-Geral do Município e reunião do prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini na tarde desta sexta-feira (17)

O Agravo de Instrumento com pedido de efeito suspensivo foi protocolado na tarde de hoje e acompanhado do procurador-geral, Luiz Antônio Araújo Jr, e do procurador-geral adjunto, Rober Caio Ribeiro. No encontro o gestor municipal defendeu a suspensão imediata da ordem de desocupação para garantir o avanço da regularização fundiária.

Ao analisar o pedido, o magistrado reconheceu o risco social da retirada coletiva e deferiu parcialmente a liminar. “Defiro parcialmente o efeito suspensivo pleiteado, exclusivamente para suspender a eficácia da ordem de imissão na posse coletiva contida na decisão agravada”, destacou na decisão.

Na prática, a medida impede, neste momento, a desocupação de cerca de 496 unidades habitacionais ocupadas há mais de duas décadas, evitando impacto direto sobre famílias em situação de vulnerabilidade.

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O recurso apresentado pela Procuradoria também solicita a retomada do processo de Regularização Fundiária Urbana de Interesse Social (REURB-S), a suspensão de sanções impostas ao Município e o encaminhamento do caso à Comissão de Soluções Fundiárias, com base em diretrizes do Conselho Nacional de Justiça para garantir tratamento humanizado.

Apesar da decisão favorável quanto à suspensão do despejo, o desembargador optou por não analisar, neste momento, o mérito completo da ação, mantendo a paralisação da REURB até manifestação da relatora natural do caso.

Durante a agenda no Tribunal, o prefeito destacou que a prioridade da gestão é assegurar o direito à moradia. “Nós viemos ao Tribunal de Justiça apresentar o nosso recurso e reforçar que o nosso objetivo não é retirar ninguém. O que queremos é garantir a regularização dessas áreas, dar segurança jurídica para essas famílias e assegurar o direito à moradia”, afirmou.

A decisão está alinhada a recomendações da Corregedoria-Geral da Justiça e a entendimentos do Supremo Tribunal Federal sobre conflitos fundiários coletivos, priorizando soluções que evitem despejos em massa sem análise social prévia.

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Com a liminar, o Município ganha fôlego para buscar uma solução definitiva para a área, enquanto o processo segue para análise da desembargadora relatora.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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