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Crianças vivenciam Setembro Amarelo com mensagens de carinho e valorização da vida

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Mesmo ainda pequenas para compreender plenamente o significado do Setembro Amarelo, as crianças do Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) Antonieta Auxiliadora de Queiroz – Dora Queiroz participaram de uma atividade lúdica e educativa com frases motivacionais e mensagens de carinho e valorização da vida. A iniciativa chamou a atenção para a importância de construir, desde a infância, relações baseadas no respeito e no cuidado com o próximo.

Durante a ação, as crianças tiveram contato com palavras e frases positivas, em uma proposta adaptada à faixa etária, estimulando sentimentos de amizade, acolhimento e solidariedade. A atividade também contribuiu para abordar, de maneira adequada ao universo infantil, a importância das mulheres e o combate à violência.

Entre sorrisos e palavras positivas, a atividade proporcionou um momento de afeto, sensibilização e convivência harmoniosa. A proposta faz parte das ações desenvolvidas pela unidade escolar durante o mês de setembro e reforça o papel da escola na formação de valores e na construção de uma cultura de paz.

“As crianças ainda não compreendem o significado das palavras, mas estão aprendendo desde pequenas que a violência não deve ser praticada em nenhum momento da vida”, destacou a diretora da unidade, Luiza Maria Aparecida de Queiroz.

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A gestora explicou ainda que o Setembro Amarelo é um tema de grande relevância e, por isso, foi trabalhado na unidade escolar, envolvendo estudantes, professores, gestores e toda a comunidade escolar.

“A participação das crianças deixou a atividade ainda mais especial. De uma maneira simples e lúdica, conseguimos trabalhar valores importantes, como o respeito, o carinho e a convivência harmoniosa”, afirmou.

A secretária de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Maria Fernanda Figueiredo, destacou que o movimento Setembro Amarelo vem sendo trabalhado nas escolas da Rede Municipal com estudantes de diferentes faixas etárias, por meio de ações voltadas à valorização da vida, ao diálogo e à importância da escuta.

Segundo a secretária, entre os diversos públicos envolvidos, a participação das crianças ganha um brilho especial.

“Mesmo sem compreenderem completamente a dimensão e a pauta que envolvem o Setembro Amarelo, os pequenos conseguem transmitir, de forma espontânea e lúdica, mensagens de carinho, respeito, acolhimento e valorização da vida. Com as crianças, o movimento ganha um brilho ainda mais especial, e elas deixam seu recado de maneira pura, espontânea e cheia de significado. São pequenas atitudes que ajudam a levar para dentro das escolas uma mensagem de cuidado”, destacou Maria Fernanda.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Palestra leva alerta sobre riscos do cigarro eletrônico a estudantes

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A equipe da Unidade de Saúde do bairro Água Limpa realizou, na sexta-feira (18), uma palestra sobre tabagismo para estudantes do 9º ano do ensino fundamental da Escola Estadual Elmaz Gattas. A atividade reuniu jovens de 13 a 18 anos em um momento de conversa, interação e dinâmicas sobre os riscos do cigarro convencional e, principalmente, do cigarro eletrônico.

Durante o encontro, os profissionais falaram sobre os cuidados com a saúde, sintomas e consequências do uso dos dispositivos eletrônicos, além do risco de o cigarro eletrônico se tornar uma porta de entrada para o consumo de outras substâncias.

A conversa também abriu espaço para que os próprios estudantes compartilhassem suas experiências. Muitos relataram já ter experimentado o cigarro eletrônico por curiosidade, influência de amigos ou até mesmo pelos sabores oferecidos pelos dispositivos.

A estudante Marina, de 13 anos, contou que já recebeu ofertas de amigos, mas prefere não experimentar.

“Meus amigos sempre oferecem, mas eu não aceito. Eu vejo que não faz bem e prefiro não usar. Eles respeitam minha decisão e eu também falo para eles não experimentarem”, relatou.

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Já a estudante Miriam, de 14 anos, contou que chegou a experimentar o cigarro eletrônico, mas teve uma experiência negativa. Após o uso, apresentou tontura e uma tosse persistente que durou cerca de duas semanas. O quadro fez com que ela precisasse procurar atendimento médico para avaliação e uso de medicamentos. Depois da experiência, ela não voltou a utilizar o dispositivo.

A responsável técnica pela atividade destacou a importância de levar esse tipo de informação diretamente aos adolescentes. A palestra foi realizada nos períodos da manhã e da tarde, e a equipe ficou surpresa com a quantidade de estudantes que já tiveram algum contato com o cigarro, especialmente com os dispositivos eletrônicos.

“É muito importante conversar com eles de forma aberta, sem julgamento, porque muitos já tiveram contato ou receberam ofertas. Ficamos impressionados com a quantidade de jovens que já tiveram alguma experiência. Esse diálogo é uma oportunidade para orientar e mostrar as consequências antes que o uso se torne um hábito”, destacou.

Durante a atividade, um dos inspetores da escola apresentou à equipe uma sacola com diversos dispositivos eletrônicos, conhecidos popularmente como “pods” ou “vapes”, que haviam sido apreendidos dentro da unidade escolar.

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Por se tratar de uma escola militar, a unidade também desenvolve ações próprias de orientação e conscientização com os estudantes. A atividade realizada pela equipe de saúde reforça esse trabalho, aproximando os profissionais da saúde do ambiente escolar e criando espaço para que os adolescentes possam tirar dúvidas e falar abertamente sobre o tema.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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