VÁRZEA GRANDE
Feira da Família movimenta produtores e consumidores nesta quinta (07) em Várzea Grande
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Nesta quinta-feira (7), Várzea Grande recebe mais uma edição da Feira da Família (Feira FAM), realizada em frente à Prefeitura, das 8h às 18h. O evento, que acontece sempre na primeira quinta-feira de cada mês, reúne produtores locais com oferta diversificada de alimentos e artesanato.
A iniciativa tem como objetivo fortalecer a economia local e valorizar a produção da agricultura familiar do município. Durante a feira, o público poderá encontrar hortifrutigranjeiros, produtos artesanais e uma variedade de itens como pastel de feira, bolos, doces, mel, queijos, manteiga de garrafa, requeijão e outros derivados produzidos por pequenos produtores.
De acordo com o secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável, Ricardo Amorim, a ação é estratégica para o setor. “A Feira da Família é um espaço fundamental para que os pequenos produtores comercializem diretamente seus produtos, garantindo renda e impulsionando a agricultura familiar no município”, destacou.
A responsável pela organização, a médica veterinária Kelly Enciso, reforça o convite à população e ressalta a qualidade dos produtos. “Tudo é preparado com muito cuidado para oferecer qualidade e um ambiente acolhedor. É uma oportunidade para as famílias conhecerem o que é produzido em nossa cidade e apoiarem os produtores locais”, afirmou.
Opções de alimentação – Além das compras, o público poderá almoçar no local a partir das 11h. Entre as opções estão hambúrguer, parmegiana, Maria Isabel, espetinhos, estrogonofe de frango e carne, batata recheada no pote e macarrão no pote.
A entrada é gratuita.
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Palestra leva alerta sobre riscos do cigarro eletrônico a estudantes
A equipe da Unidade de Saúde do bairro Água Limpa realizou, na sexta-feira (18), uma palestra sobre tabagismo para estudantes do 9º ano do ensino fundamental da Escola Estadual Elmaz Gattas. A atividade reuniu jovens de 13 a 18 anos em um momento de conversa, interação e dinâmicas sobre os riscos do cigarro convencional e, principalmente, do cigarro eletrônico.
Durante o encontro, os profissionais falaram sobre os cuidados com a saúde, sintomas e consequências do uso dos dispositivos eletrônicos, além do risco de o cigarro eletrônico se tornar uma porta de entrada para o consumo de outras substâncias.
A conversa também abriu espaço para que os próprios estudantes compartilhassem suas experiências. Muitos relataram já ter experimentado o cigarro eletrônico por curiosidade, influência de amigos ou até mesmo pelos sabores oferecidos pelos dispositivos.
A estudante Marina, de 13 anos, contou que já recebeu ofertas de amigos, mas prefere não experimentar.
“Meus amigos sempre oferecem, mas eu não aceito. Eu vejo que não faz bem e prefiro não usar. Eles respeitam minha decisão e eu também falo para eles não experimentarem”, relatou.
Já a estudante Miriam, de 14 anos, contou que chegou a experimentar o cigarro eletrônico, mas teve uma experiência negativa. Após o uso, apresentou tontura e uma tosse persistente que durou cerca de duas semanas. O quadro fez com que ela precisasse procurar atendimento médico para avaliação e uso de medicamentos. Depois da experiência, ela não voltou a utilizar o dispositivo.
A responsável técnica pela atividade destacou a importância de levar esse tipo de informação diretamente aos adolescentes. A palestra foi realizada nos períodos da manhã e da tarde, e a equipe ficou surpresa com a quantidade de estudantes que já tiveram algum contato com o cigarro, especialmente com os dispositivos eletrônicos.
“É muito importante conversar com eles de forma aberta, sem julgamento, porque muitos já tiveram contato ou receberam ofertas. Ficamos impressionados com a quantidade de jovens que já tiveram alguma experiência. Esse diálogo é uma oportunidade para orientar e mostrar as consequências antes que o uso se torne um hábito”, destacou.
Durante a atividade, um dos inspetores da escola apresentou à equipe uma sacola com diversos dispositivos eletrônicos, conhecidos popularmente como “pods” ou “vapes”, que haviam sido apreendidos dentro da unidade escolar.
Por se tratar de uma escola militar, a unidade também desenvolve ações próprias de orientação e conscientização com os estudantes. A atividade realizada pela equipe de saúde reforça esse trabalho, aproximando os profissionais da saúde do ambiente escolar e criando espaço para que os adolescentes possam tirar dúvidas e falar abertamente sobre o tema.
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