VÁRZEA GRANDE
Modelos da rede municipal são apresentados à prefeita Flávia Moretti
VÁRZEA GRANDE
Ao todo são mais de 230 mil peças entre: camisetas, shorts, short saia, camisetas de manga longa e também acessórios, como mochilas e tênis
Os modelos dos novos uniformes da rede municipal de Várzea Grande foram apresentados pelos alunos da Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) ‘Profª Marilce Benedita de Arruda’, na tarde de ontem, 30 de junho, à prefeita Flávia Moretti (PL).
De acordo com a prefeita, a gestão teve de renegociar pendências relativas aos uniformas da gestão passada, para viabilizar a produção dos novos uniformes, que não estavam previstos no planejamento de 2025, gerando o atraso para a finalização de todo o processo. “Fizemos um trabalho para viabilizar os novos uniformes e vamos entregar para todos os alunos da rede no segundo semestre” justificou.
Segundo o secretário de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Cleiton Santana, estão sendo finalizados mais de 120 mil peças, entre camisetas, shorts, short saia, camisetas de manga longa e também acessórios, como mochilas e tênis, totalizando 230 mil peças que vão ser distribuídas aos alunos da rede municipal. “Essa é uma política pública social que a prefeitura está realizando, mesmo não sendo uma obrigatoriedade, mas por entender que os uniformes identificam, valorizam, motivam e dão segurança aos estudantes de Várzea Grande” afirmou.
Cada estudante vai receber dois jogos de uniformes, além do tênis e a mochila para o uso diário na escola durante o ano letivo. Assim que receber os materiais, a Secretaria vai encaminhar os uniformes e acessórios para cada unidade escolar conforme planilha de alunos matriculados. Cada escola vai se encarregar da distribuição do kit completo aos alunos.
VÁRZEA GRANDE
Palestra leva alerta sobre riscos do cigarro eletrônico a estudantes
A equipe da Unidade de Saúde do bairro Água Limpa realizou, na sexta-feira (18), uma palestra sobre tabagismo para estudantes do 9º ano do ensino fundamental da Escola Estadual Elmaz Gattas. A atividade reuniu jovens de 13 a 18 anos em um momento de conversa, interação e dinâmicas sobre os riscos do cigarro convencional e, principalmente, do cigarro eletrônico.
Durante o encontro, os profissionais falaram sobre os cuidados com a saúde, sintomas e consequências do uso dos dispositivos eletrônicos, além do risco de o cigarro eletrônico se tornar uma porta de entrada para o consumo de outras substâncias.
A conversa também abriu espaço para que os próprios estudantes compartilhassem suas experiências. Muitos relataram já ter experimentado o cigarro eletrônico por curiosidade, influência de amigos ou até mesmo pelos sabores oferecidos pelos dispositivos.
A estudante Marina, de 13 anos, contou que já recebeu ofertas de amigos, mas prefere não experimentar.
“Meus amigos sempre oferecem, mas eu não aceito. Eu vejo que não faz bem e prefiro não usar. Eles respeitam minha decisão e eu também falo para eles não experimentarem”, relatou.
Já a estudante Miriam, de 14 anos, contou que chegou a experimentar o cigarro eletrônico, mas teve uma experiência negativa. Após o uso, apresentou tontura e uma tosse persistente que durou cerca de duas semanas. O quadro fez com que ela precisasse procurar atendimento médico para avaliação e uso de medicamentos. Depois da experiência, ela não voltou a utilizar o dispositivo.
A responsável técnica pela atividade destacou a importância de levar esse tipo de informação diretamente aos adolescentes. A palestra foi realizada nos períodos da manhã e da tarde, e a equipe ficou surpresa com a quantidade de estudantes que já tiveram algum contato com o cigarro, especialmente com os dispositivos eletrônicos.
“É muito importante conversar com eles de forma aberta, sem julgamento, porque muitos já tiveram contato ou receberam ofertas. Ficamos impressionados com a quantidade de jovens que já tiveram alguma experiência. Esse diálogo é uma oportunidade para orientar e mostrar as consequências antes que o uso se torne um hábito”, destacou.
Durante a atividade, um dos inspetores da escola apresentou à equipe uma sacola com diversos dispositivos eletrônicos, conhecidos popularmente como “pods” ou “vapes”, que haviam sido apreendidos dentro da unidade escolar.
Por se tratar de uma escola militar, a unidade também desenvolve ações próprias de orientação e conscientização com os estudantes. A atividade realizada pela equipe de saúde reforça esse trabalho, aproximando os profissionais da saúde do ambiente escolar e criando espaço para que os adolescentes possam tirar dúvidas e falar abertamente sobre o tema.
Galeria de Fotos (3 fotos)
-
POLÍCIA6 dias atrásProcuradoria Especial da Mulher da ALMT leva campanha digital sobre Setembro Amarelo para municípios do estado
-
POLÍCIA5 dias atrásPEM e Escola do Legislativo levam desenvolvimento pessoal a mulheres do sistema penitenciário e socioeducativo
-
POLÍCIA4 dias atrásApós atuação da ALMT, STF reconhece cumprimento por MT à apresentação de propostas sobre divisa entre Mato Grosso e Pará
-
VÁRZEA GRANDE5 dias atrásAdolescentes são conduzidas à Central de Flagrantes após ameaças contra mãe e avó em Várzea Grande
-
TANGARÁ DA SERRA4 dias atrásJogos Abertos de Tangará da Serra chegam às finais com grandes disputas
-
POLÍCIA5 dias atrásALMT aproxima Prêmio de Jornalismo da universidade e incentiva produção acadêmica
-
TANGARÁ DA SERRA5 dias atrásPesquisas realizadas no SUS de Tangará da Serra são apresentadas em congresso nacional de Odontologia
-
POLÍTICA MT5 dias atrásMauro Mendes enaltece trabalho de Buzetti e pede 2º voto
