MATO GROSSO
Ação rápida da Polícia Civil evita golpe de quase R$ 400 mil em venda de gado
MATO GROSSO
Uma ação rápida da Polícia Civil evitou um prejuízo de R$ 390 mil a um pecuarista de Várzea Grande, na terça-feira (21.10). O crime praticado na modalidade do “falso intermediário” envolvia a negociação de compra e venda de gado.
A Delegacia Especializada de Estelionato e Outras Fraudes de Cuiabá foi acionada para atender a ocorrência acerca de um golpe em andamento. Imediatamente a equipe foi até a propriedade rural situada na Rodovia BR 364, em Várzea Grande.
No local, os investigadores foram recebidos pelo proprietário da fazenda que trabalha no ramo da pecuária. A vítima contou que estava negociando a venda de seu gado pelo valor de R$ 390 mil.
Toda a negociação foi feita pelo aplicativo WhatsApp com um homem que alegava intermediar a venda para um terceiro. No entanto, os policiais civis chegaram a tempo de impedir que a venda fosse finalizada.
Modus Operandi
O golpista, para dar credibilidade à fraude, utilizou um documento da OAB se passando por um advogado do Rio Grande do Sul. Ele instruiu a vítima a depositar o pagamento em duas contas bancárias de empresas diferentes, em nome de terceiros, que seriam os “laranjas” do esquema.
Os policiais civis entraram em contato com o verdadeiro advogado, que figura como segunda vítima no boletim de ocorrência. O profissional informou que, após o vazamento de seus dados pessoais na internet, criminosos passaram a usá-los para aplicar golpes de “falso intermediário” e outras fraudes em diversas regiões do país.
Continuidade
A Delegacia Especializada de Estelionato e Outras Fraudes de Cuiabá instaurou inquérito para apurar o crime, bem como as diligências continuam visando identificar os envolvidos na tentativa de fraude.
Dicas para não cair neste golpe
O golpe do “falso intermediário” é comum em negociações de alto valor, como veículos, imóveis e, como neste caso, gado. O criminoso se insere na conversa entre o comprador e o vendedor real, muitas vezes copiando anúncios de sites legítimos.
Orientação
Desconfie de terceiros: sempre prefira negociar diretamente com o proprietário (vendedor) ou o comprador. Evite intermediários desconhecidos, especialmente em contatos feitos apenas por aplicativos de mensagens.
Verifique a identidade: se houver um intermediário, exija uma chamada de vídeo para confirmar que a pessoa é quem diz ser. No caso reportado, o golpista usou o documento de uma pessoa real. A verificação por vídeo poderia ter exposto a farsa.
Confira os dados de pagamento: Jamais realize depósitos, transferências ou pagamentos via PIX para contas de terceiros. O titular da conta bancária deve ser o mesmo nome do vendedor com quem você está negociando. No golpe, os criminosos fornecem contas de “laranjas”.
Cuidado com a pressa: Golpistas costumam apressar a negociação para evitar que a vítima tenha tempo de verificar as informações.
Checagem presencial: Em compras de alto valor, sempre faça a vistoria presencial do bem (seja o carro, o gado ou o imóvel) e encontre o vendedor pessoalmente para fechar o negócio.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Após feminicídio, secretária reforça importância de vítimas de violência manterem medidas protetivas
A chefe do Gabinete de Enfrentamento à Violência de Gênero contra a Mulher, Mariell Antonini, reforçou a importância das vítimas de violência doméstica confiarem na rede de proteção e manterem as medidas protetivas.
O alerta foi feito após uma mulher, identificada como Gleici Fátima Machado Ritter, de 37 anos, ser assassinada a tiros, nesta terça-feira (23.6), em Guarantã do Norte. O principal suspeito é o companheiro dela, de 33 anos. O crime está sendo investigado pela Polícia Civil como feminicídio consumado.
Ele já possuía um longo histórico de violência doméstica contra a vítima. Em novembro de 2025, após um pedido feito pela própria vítima, a medida protetiva que existia contra o investigado foi revogada e ele voltou a responder ao processo em liberdade.
“É importante que toda mulher compreenda que o rompimento do ciclo da violência nem sempre é um processo simples. Muitas vezes, existem obstáculos relacionados à dependência afetiva, dependência econômica, medo, preconceito e outros fatores que dificultam a tomada de decisão. Por isso, é fundamental buscar apoio, acreditar na rede de proteção e no sistema de Justiça”, destacou.
Segundo Mariell Antonini, a violência doméstica costuma seguir um ciclo que tende a se agravar ao longo do tempo.
“A violência é cíclica e, muitas vezes, começa com sinais que podem parecer menos graves, mas pode evoluir para situações cada vez mais letais, culminando na morte da vítima. Ameaças e agressões precisam ser compreendidas como sinais de alerta, e a busca por ajuda deve acontecer o quanto antes”, afirmou.
As primeiras denúncias contra o suspeito foram registradas em 2023, quando Gleici procurou as autoridades para relatar episódios de violência doméstica. Em 2024, novas intervenções policiais ocorreram por crimes como lesão corporal, injúria e posse irregular de arma de fogo, todos envolvendo o mesmo casal.
Já em julho de 2025, o suspeito foi preso em flagrante por lesão corporal no contexto de violência doméstica, após a vítima acionar as forças de segurança. Na ocasião, foram concedidas medidas protetivas de urgência em favor de Gleici. Meses depois, entretanto, a vítima solicitou a revogação da medida, o que resultou na liberdade do suspeito.
Fonte: Governo MT – MT
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