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Comissões debatem atenção integral ao câncer de pulmão no SUS

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A Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa e a Comissão Especial de Prevenção e Combate ao Câncer, AVC e Doenças do Coração da Câmara dos Deputados promovem, nesta terça-feira (26), audiência pública para discutir a atenção integral ao câncer de pulmão no Brasil e os desafios relacionados ao diagnóstico, tratamento e financiamento da doença no Sistema Único de Saúde (SUS).

O debate será realizado às 14 horas, no plenário 10.

O debate atende a pedido do deputado Weliton Prado (PSD-MG). Segundo o parlamentar, o câncer de pulmão é a neoplasia que mais causa mortes no Brasil e no mundo, mas ainda recebe menor prioridade nas políticas públicas de saúde e no financiamento destinado ao diagnóstico e ao tratamento.

Weliton Prado destaca a necessidade de fortalecer as estratégias de prevenção, especialmente as relacionadas ao controle do tabagismo, além de ampliar o acesso ao diagnóstico precoce, à radioterapia, à cirurgia torácica oncológica e à incorporação de tecnologias em saúde.

Da Redação – RL

Fonte: Câmara dos Deputados

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Comissão debate mineração ilegal no Brasil

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A Comissão Externa sobre os Atos de Pirataria e a Agenda do “Brasil Legal” da Câmara dos Deputados promove, nesta terça-feira (26), audiência pública para discutir a mineração ilegal no Brasil e os impactos econômicos, ambientais e fiscais da atividade. O debate será realizado às 15 horas, no plenário 7.

O debate atende a pedido do deputado Julio Lopes (PP-RJ).

Segundo o parlamentar, a mineração ilegal tem se tornado um dos temas mais sensíveis da agenda pública nacional, com esquemas estruturados de extração e comercialização de recursos minerais associados a lavagem de dinheiro, financiamento ilícito e atuação em áreas ambientalmente protegidas e terras indígenas.

Julio Lopes afirma que, além dos impactos ambientais e sociais, a mineração ilegal provoca perdas significativas de receitas públicas provenientes da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM) e de tributos incidentes sobre a produção e comercialização mineral, comprometendo recursos destinados a políticas públicas em estados e municípios mineradores.

“Quando a exploração mineral ocorre à margem da legalidade, não apenas são desrespeitadas normas ambientais e regulatórias, mas também ocorre a perda direta de receitas públicas que deveriam beneficiar a sociedade”, afirma o deputado.

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Da Redação – RL

Fonte: Câmara dos Deputados

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