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Cebola perde qualidade em SC, enfrenta concorrência da importada e pressiona mercado na Ceagesp

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O mercado brasileiro de cebola segue pressionado pela queda de qualidade dos lotes nacionais e pelo avanço da cebola importada nos principais centros atacadistas do país. Na Ceagesp, em São Paulo, o aumento de problemas sanitários em cebolas catarinenses reduziu o ritmo de comercialização e manteve os boxes abastecidos ao longo da última semana.

De acordo com pesquisadores do Hortifrúti/Cepea, os lotes provenientes de Santa Catarina, especialmente da região de Ituporanga, vêm apresentando maior incidência de bulbos com mofo preto, fator que compromete a conservação do produto e reduz sua vida útil nas prateleiras.

Com a perda gradual de qualidade da cebola nacional, compradores têm ampliado o interesse pelo produto importado, que já ocupa espaço relevante no mercado atacadista paulista. Segundo agentes consultados pelo Cepea, a cebola estrangeira apresenta padrão visual e conservação considerados mais atrativos neste momento, competindo diretamente com os volumes remanescentes da safra brasileira.

Apesar da maior competitividade do produto externo, o cenário pode mudar nas próximas semanas. Isso porque áreas produtoras da Argentina enfrentam problemas climáticos e alagamentos, situação que pode comprometer a qualidade e a oferta da cebola importada destinada ao Brasil.

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Vida útil menor limita valorização dos preços

Ainda conforme o levantamento do Hortifrúti/Cepea, a redução do shelf life da cebola nacional tem dificultado negociações em patamares mais elevados. Com maior risco de perdas e deterioração, atacadistas e compradores adotam postura cautelosa nas aquisições.

Na prática, os boxes permanecem abastecidos e as cotações seguem oscilando conforme o padrão de qualidade dos lotes ofertados. Produtos com melhor aparência e conservação conseguem maior valorização, enquanto cebolas com problemas sanitários enfrentam maior dificuldade de escoamento.

O mercado também acompanha o comportamento da demanda nas próximas semanas, além das condições climáticas nas regiões produtoras do Sul do Brasil e da Argentina, fatores que devem seguir influenciando os preços e a disponibilidade da hortaliça no atacado.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Aprenda a fazer tambaqui assado

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Aprenda a preparar um delicioso tambaqui assado no forno com temperos simples e um modo de preparo fácil.

 

Ingredientes 

1 tambaqui limpo 

Suco de 2 limões 

4 dentes de alho amassados 

Sal e pimenta a gosto 

1 cebola em rodelas 

1 pimentão em tiras (opcional) 

Azeite a gosto 

Papel alumínio 

 

Modo de Preparo 

Preparação do Peixe: 

Limpe bem o tambaqui, abrindo pela barriga e fazendo cortes transversais em ambos os lados para que o tempero penetre melhor 

Lave o peixe com água e suco de 2 limões para eliminar odores 

 

Tempero: 

Em um refratário, misture o suco de limão, alho, sal e pimenta. Deixe o tambaqui marinar nessa mistura por pelo menos 2 horas, ou de um dia para o outro, se possível 

Após a marinada, coloque o peixe em uma assadeira e recheie com cebola e pimentão 

 

Assar: 

Regue o peixe com azeite e embrulhe-o em papel alumínio, fechando bem para não escapar o vapor.  

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Leve ao forno pré-aquecido a 180°C por cerca de 20 minutos 

Após esse tempo, retire o papel alumínio, vire o peixe e asse até que fique bem dourado, o que pode levar mais 20 a 30 minutos 

 

Servir: 

Sirva o tambaqui assado acompanhado de purê de batata, arroz ou salada, conforme sua preferência 

Para um sabor ainda mais intenso, você pode adicionar ervas como salsinha ou coentro ao tempero 

O tambaqui é um peixe muito versátil e pode ser preparado de várias maneiras, incluindo grelhado ou frito 

 

 

Produção pesqueira 

 No cultivo nacional de pescado, o tambaqui mantém-se como a segunda espécie mais produzida, ficando atrás somente da tilápia. Em 2024, a produção de tambaqui no país totalizou 113 mil toneladas, o que representa um aumento de 3,92% em relação a 2023.  

O peixe amazônico é criado majoritariamente em fazendas na região Norte do país. O estado de Rondônia é o maior produtor, com 52,93 mil toneladas em 2024, seguido de Roraima, com 12,93 mil toneladas, e Maranhão, no Nordeste, com 11,7 mil toneladas. 

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 O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) atua no fomento, ordenamento e pesquisa do tambaqui. As principais ações incluem parcerias com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) no projeto BRS Aqua, o zoneamento e a liberação de parques aquícolas para cultivo em grande escala, e o incentivo a pesquisas de melhoramento genético.  

 Bom apetite! Essa receita é perfeita para impressionar em um almoço ou jantar especial. Se você gostou, experimente também outras variações, como o tambaqui recheado! 

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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