AGRONEGÓCIO
Preço da maçã cai nas Ceasas em abril, enquanto cenoura, cebola e tomate seguem em alta
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Os preços da maçã continuaram em queda nas principais Centrais de Abastecimento (Ceasas) monitoradas pela Companhia Nacional de Abastecimento. De acordo com o 5º Boletim do Programa Brasileiro de Modernização do Mercado Hortigranjeiro (Prohort), divulgado pela estatal, a fruta apresentou redução média ponderada de 8,06% no atacado durante abril.
O movimento de baixa foi impulsionado pelo aumento da oferta da variedade fuji, em plena fase de colheita, ampliando a disponibilidade do produto nas unidades atacadistas. Em Goiás, os preços chegaram a ficar até 35% menores no período.
Além da maçã, a alface também voltou a registrar retração após meses consecutivos de valorização. Segundo o levantamento, os preços médios da hortaliça caíram 5,94% em abril, enquanto a laranja teve leve recuo de 0,98%, mantendo a tendência de estabilidade observada nos últimos meses.
Oferta maior pressiona preços da maçã e da alface
A Conab destaca que o avanço da colheita e o aumento da oferta explicam a pressão sobre os preços da maçã nas Ceasas brasileiras. No caso da alface, fatores climáticos e melhora das condições de produção favoreceram a produtividade e a qualidade da hortaliça.
As maiores quedas da alface foram registradas no Rio de Janeiro, com retração de 19,11%, e em São Paulo, principal produtor nacional, onde os preços recuaram 18,32%.
Por outro lado, a central de abastecimento de Recife apresentou a maior alta da folhosa, com avanço de 48,89%, refletindo fatores regionais de oferta e demanda.
Melancia dispara e lidera altas entre as frutas
Entre as frutas analisadas no boletim, a melancia apresentou a maior valorização percentual no atacado. A média ponderada subiu 24,36% em abril, impulsionada pela redução da oferta no mercado.
As maiores altas foram verificadas nas Ceasas de Recife e Goiânia, onde os preços avançaram 45% e 44%, respectivamente.
O mamão também registrou leve valorização de 0,56%, influenciado pela menor disponibilidade da variedade papaya nas principais regiões produtoras. Já a banana teve aumento médio de 1,97%, sustentada pelo aquecimento da demanda e melhora no escoamento da produção, especialmente em Minas Gerais.
Tomate, cebola e cenoura mantêm forte valorização
No grupo das hortaliças, a tendência predominante foi de alta nos preços. Batata e tomate apresentaram elevação semelhante, de 12,53% e 12,55%, respectivamente.
No caso da batata, a valorização foi puxada pela redução da oferta durante a transição de safras, principalmente da produção oriunda do Paraná. As maiores altas ocorreram nas Ceasas de Curitiba e Goiânia.
Já o tomate segue em trajetória de valorização desde dezembro. Em Ceará, os preços chegaram a subir 23,66%, reflexo da menor oferta e da transição entre as safras de verão e inverno.
A cebola também apresentou alta em todas as Ceasas monitoradas, com avanço médio de 23,03%. Apesar da valorização, a Conab avalia que a oferta tende a crescer nos próximos meses, especialmente com o aumento da produção em Santa Catarina, principal fornecedor nacional, que registrou safra 13,1% superior à anterior.
A cenoura foi a hortaliça com maior alta percentual no período. A média ponderada subiu 48,58% em abril, mantendo preços elevados em todas as centrais analisadas. Os maiores aumentos ocorreram em Belo Horizonte e Vitória, pressionados pela forte demanda sobre a oferta mineira.
Exportações de frutas crescem e faturamento supera US$ 532 milhões
O boletim da Conab também mostra avanço nas exportações brasileiras de frutas e hortaliças no primeiro quadrimestre de 2025.
O volume exportado cresceu 12% em relação ao mesmo período do ano anterior, gerando faturamento de US$ 532,3 milhões. Apenas em abril, o Brasil embarcou 456 mil toneladas de produtos hortigranjeiros para mercados da Europa, Ásia e Estados Unidos.
Entre os principais destaques das exportações aparecem maçã, melão, manga, melancia, abacate e banana, reforçando a competitividade da fruticultura brasileira no mercado internacional.
Conab destaca papel das Ceasas no abastecimento e controle da inflação dos alimentos
Nesta edição do boletim, a Conab também ressalta a importância das Ceasas e das políticas de abastecimento na mitigação dos efeitos da inflação dos alimentos no país.
Segundo a Companhia, o monitoramento dos mercados atacadistas e a ampliação da eficiência logística têm papel estratégico para garantir maior equilíbrio entre oferta, demanda e preços ao consumidor final.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
AGRONEGÓCIO
Aprenda a fazer tambaqui assado
Aprenda a preparar um delicioso tambaqui assado no forno com temperos simples e um modo de preparo fácil.
Ingredientes
1 tambaqui limpo
Suco de 2 limões
4 dentes de alho amassados
Sal e pimenta a gosto
1 cebola em rodelas
1 pimentão em tiras (opcional)
Azeite a gosto
Papel alumínio
Modo de Preparo
Preparação do Peixe:
Limpe bem o tambaqui, abrindo pela barriga e fazendo cortes transversais em ambos os lados para que o tempero penetre melhor.
Lave o peixe com água e suco de 2 limões para eliminar odores.
Tempero:
Em um refratário, misture o suco de limão, alho, sal e pimenta. Deixe o tambaqui marinar nessa mistura por pelo menos 2 horas, ou de um dia para o outro, se possível.
Após a marinada, coloque o peixe em uma assadeira e recheie com cebola e pimentão.
Assar:
Regue o peixe com azeite e embrulhe-o em papel alumínio, fechando bem para não escapar o vapor.
Leve ao forno pré-aquecido a 180°C por cerca de 20 minutos.
Após esse tempo, retire o papel alumínio, vire o peixe e asse até que fique bem dourado, o que pode levar mais 20 a 30 minutos.
Servir:
Sirva o tambaqui assado acompanhado de purê de batata, arroz ou salada, conforme sua preferência.
Para um sabor ainda mais intenso, você pode adicionar ervas como salsinha ou coentro ao tempero.
O tambaqui é um peixe muito versátil e pode ser preparado de várias maneiras, incluindo grelhado ou frito.
Produção pesqueira
No cultivo nacional de pescado, o tambaqui mantém-se como a segunda espécie mais produzida, ficando atrás somente da tilápia. Em 2024, a produção de tambaqui no país totalizou 113 mil toneladas, o que representa um aumento de 3,92% em relação a 2023.
O peixe amazônico é criado majoritariamente em fazendas na região Norte do país. O estado de Rondônia é o maior produtor, com 52,93 mil toneladas em 2024, seguido de Roraima, com 12,93 mil toneladas, e Maranhão, no Nordeste, com 11,7 mil toneladas.
O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) atua no fomento, ordenamento e pesquisa do tambaqui. As principais ações incluem parcerias com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) no projeto BRS Aqua, o zoneamento e a liberação de parques aquícolas para cultivo em grande escala, e o incentivo a pesquisas de melhoramento genético.
Bom apetite! Essa receita é perfeita para impressionar em um almoço ou jantar especial. Se você gostou, experimente também outras variações, como o tambaqui recheado!
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