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Alunos aprendem a identificar as horas em atividade prática e divertida

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Os alunos da Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Joaquim da Cruz Coelho, que participam do projeto Escola em Tempo Ampliado (ETA), aprenderam a identificar as horas por meio de uma atividade pedagógica prática e lúdica. A proposta utilizou recursos confeccionados com materiais simples para facilitar a compreensão da organização e da leitura do tempo no dia a dia.

Durante a atividade, os estudantes passaram a identificar os ponteiros e relacionar diferentes posições do relógio aos respectivos horários. A iniciativa contribuiu para tornar o conteúdo mais concreto e facilitar a compreensão de um conhecimento importante para a rotina das crianças.

De acordo com a professora Sirleia Pereira da Silva Oliveira, a ideia surgiu durante uma aula, quando percebeu que havia um relógio na sala e perguntou aos alunos se eles sabiam identificar as horas. A resposta foi negativa.

“Para minha surpresa, nenhum deles soube responder. A partir disso, percebi que seria importante trabalhar esse conteúdo de uma forma mais lúdica e que fizesse sentido para eles”, comentou.

A professora pesquisou algumas possibilidades e elaborou, com materiais simples, um relógio grande para utilizar durante a aula. Também confeccionou um ponteiro de papelão para demonstrar, de forma clara, a diferença entre o ponteiro maior, que representa os minutos, e o menor, que representa as horas.

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“No início, alguns alunos ainda ficaram bastante confusos, então pensei em uma maneira de tornar a atividade ainda mais prática. Confeccionei relógios de papelão para que cada aluno pudesse manipular os ponteiros e representar diferentes horários. A partir desse momento, ficou mais fácil para eles compreenderem. Os alunos que ainda apresentavam dificuldade eram chamados até o quadro e nós resolvíamos juntos, passo a passo. Foi muito gratificante perceber que, aos poucos, eles foram entendendo e conseguindo identificar os horários”, destacou.

Para a diretora da unidade, Rosalina Marques de Almeida, além de desenvolver habilidades matemáticas, a ação estimulou a atenção, o raciocínio lógico e a autonomia dos alunos, aproximando o conteúdo trabalhado em sala de aula de situações presentes no cotidiano.

“Aprender a identificar as horas é um conhecimento que eles levam para além da sala de aula, utilizando-o no dia a dia com mais autonomia. Acredito que, quando conseguimos transformar o conteúdo em algo concreto e divertido, a aprendizagem acontece de uma maneira muito mais significativa para os alunos”, afirmou.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Palestra leva alerta sobre riscos do cigarro eletrônico a estudantes

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A equipe da Unidade de Saúde do bairro Água Limpa realizou, na sexta-feira (18), uma palestra sobre tabagismo para estudantes do 9º ano do ensino fundamental da Escola Estadual Elmaz Gattas. A atividade reuniu jovens de 13 a 18 anos em um momento de conversa, interação e dinâmicas sobre os riscos do cigarro convencional e, principalmente, do cigarro eletrônico.

Durante o encontro, os profissionais falaram sobre os cuidados com a saúde, sintomas e consequências do uso dos dispositivos eletrônicos, além do risco de o cigarro eletrônico se tornar uma porta de entrada para o consumo de outras substâncias.

A conversa também abriu espaço para que os próprios estudantes compartilhassem suas experiências. Muitos relataram já ter experimentado o cigarro eletrônico por curiosidade, influência de amigos ou até mesmo pelos sabores oferecidos pelos dispositivos.

A estudante Marina, de 13 anos, contou que já recebeu ofertas de amigos, mas prefere não experimentar.

“Meus amigos sempre oferecem, mas eu não aceito. Eu vejo que não faz bem e prefiro não usar. Eles respeitam minha decisão e eu também falo para eles não experimentarem”, relatou.

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Já a estudante Miriam, de 14 anos, contou que chegou a experimentar o cigarro eletrônico, mas teve uma experiência negativa. Após o uso, apresentou tontura e uma tosse persistente que durou cerca de duas semanas. O quadro fez com que ela precisasse procurar atendimento médico para avaliação e uso de medicamentos. Depois da experiência, ela não voltou a utilizar o dispositivo.

A responsável técnica pela atividade destacou a importância de levar esse tipo de informação diretamente aos adolescentes. A palestra foi realizada nos períodos da manhã e da tarde, e a equipe ficou surpresa com a quantidade de estudantes que já tiveram algum contato com o cigarro, especialmente com os dispositivos eletrônicos.

“É muito importante conversar com eles de forma aberta, sem julgamento, porque muitos já tiveram contato ou receberam ofertas. Ficamos impressionados com a quantidade de jovens que já tiveram alguma experiência. Esse diálogo é uma oportunidade para orientar e mostrar as consequências antes que o uso se torne um hábito”, destacou.

Durante a atividade, um dos inspetores da escola apresentou à equipe uma sacola com diversos dispositivos eletrônicos, conhecidos popularmente como “pods” ou “vapes”, que haviam sido apreendidos dentro da unidade escolar.

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Por se tratar de uma escola militar, a unidade também desenvolve ações próprias de orientação e conscientização com os estudantes. A atividade realizada pela equipe de saúde reforça esse trabalho, aproximando os profissionais da saúde do ambiente escolar e criando espaço para que os adolescentes possam tirar dúvidas e falar abertamente sobre o tema.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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