VÁRZEA GRANDE
Operação Descarga Livre remove 18 motocicletas irregulares em Várzea Grande
VÁRZEA GRANDE
A Guarda Municipal de Várzea Grande realizou, na noite desta quarta-feira (4), mais uma edição da Operação Descarga Livre. Desta vez, a fiscalização ocorreu na Avenida Leôncio Lopes de Miranda, com o objetivo de identificar veículos que circulam em desacordo com a legislação de trânsito, especialmente motocicletas com escapamentos adulterados ou utilizando descarga livre.
Durante a ação, 18 motocicletas foram removidas ao pátio por apresentarem irregularidades constatadas pelas equipes de fiscalização.
A operação tem como foco principal a redução da poluição sonora e a promoção de mais qualidade de vida para a população. O ruído excessivo provocado por escapamentos irregulares afeta diretamente o bem-estar dos moradores, causando transtornos, especialmente para crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), idosos, pessoas enfermas e indivíduos com sensibilidade auditiva.
Além dos benefícios relacionados à saúde e ao bem-estar coletivo, a Operação Descarga Livre contribui para o cumprimento das normas de trânsito, a preservação da ordem pública e o fortalecimento da segurança viária.
A Guarda Municipal de Várzea Grande destaca que as fiscalizações continuarão sendo realizadas em diferentes regiões da cidade, atendendo às demandas da comunidade e reforçando o compromisso da instituição com uma cidade mais segura, organizada e com mais qualidade de vida para todos.
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Siriri de Várzea Grande encanta visitantes na FIT Pantanal
Nesta quinta-feira (4.6), o grupo várzea-grandense Encantos da Serra levou a tradição do siriri para a FIT Pantanal, encantando os visitantes com uma apresentação marcada pela alegria, pelo ritmo e pela valorização da cultura mato-grossense.
Formado por crianças e adolescentes do bairro Novo Mundo, o grupo surgiu na Escola Estadual Dante Martins de Oliveira com o objetivo de promover a integração social e preservar as manifestações culturais da região. O professor Evanderson dos Santos destaca que o projeto busca fortalecer a identidade cultural das novas gerações.
“Esse projeto nasceu como forma de integração social e de mostrar a nossa cultura para o mundo. Como dançarino do grupo Flor Ribeirinha, procuro transmitir para essas crianças todos os ensinamentos que recebi da nossa mestre, Dona Domingas”, afirmou.
Moradora do Residencial Jequitibá, Adrielly de Souza acompanha de perto a participação do filho Nicolas Gabriel, de 11 anos, no grupo. Para ela, a dança regional tem contribuído para o desenvolvimento pessoal do menino.
“Acho muito lindo o nosso siriri e admiro a dedicação e o amor que essas crianças têm pela nossa arte. Também percebi que meu filho perdeu a timidez que sempre teve”, relatou.
Nicolas participa do projeto há dois anos e afirma que a experiência transformou sua vida.
“O siriri chegou à minha vida há dois anos. Amo o grupo, amo a dança e tudo o que envolve essa arte”, disse o jovem dançarino.
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