CUIABÁ
Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

POLÍCIA

Ação integrada detém faccionados suspeitos de homicídio em Peixoto de Azevedo

Publicados

POLÍCIA

Uma ação integrada entre policiais militares do 15º Comando Regional, com apoio da Polícia Civil, prendeu, nesta sexta-feira (10.10), dois homens e apreendeu outros dois adolescentes, suspeitos de integrar uma facção criminosa, em Peixoto de Azevedo.

As equipes recolheram uma pistola, 23 munições calibre .40 e 18 porções de entorpecentes, entre maconha e pasta base de cocaína. Os ilícitos foram encontrados enterrados em uma região de mata. Eles também são suspeitos de homicídio, porte ilegal de arma de fogo e tráfico de drogas.

Durante a Operação Tolerância Zero, os policiais militares identificaram dois homens, apontados como possíveis autores de um homicídio. Ao perceberem a aproximação das equipes, eles fugiram a pé, em direções opostas. Um deles, de 27 anos, foi abordado e flagrado com algumas porções de maconha.

Questionado sobre a denúncia, ele confessou a participação e indicou a localização de um segundo integrante da quadrilha, de 19 anos, que seria o autor dos disparos de arma de fogo.

Após ser localizado, o suspeito também confessou envolvimento na ação criminosa. Ele estava acompanhado de um adolescente, de 16 anos, que foi apreendido pelos policiais.

Leia Também:  Suspeito que tentou matar homem à facadas é preso pela Polícia Civil

À PM, a dupla confessou que a arma e o carregador estavam escondidos na residência, sendo localizados pelos militares. Posteriormente, eles indicaram a casa de um quarto adolescente, de 14 anos, integrante da quadrilha. O menor foi contido e relatou que havia prestado apoio logístico ao crime.

Aos policiais militares, ele contou que fazia o armazenamento de entorpecentes a mando da facção criminosa e indicou que os ilícitos estavam enterrados nos fundos da residência. Os policiais militares encontraram porções de maconha, pasta base de cocaína e munições no local.

Os suspeitos e todo o material apreendido foram conduzidos à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Fonte: PM MT – MT

Propaganda

POLÍCIA

CPI apresenta relatório preliminar sobre despesas e contratos da rede estadual de saúde

Publicados

em

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Saúde da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT) apresentou, na tarde desta quarta-feira (30), um relatório preliminar com resultados da análise documental sobre despesas da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), entre 2019 e 2025. O levantamento aponta pagamentos indenizatórios superiores a R$ 1 bilhão, além de possíveis irregularidades em contratações, execução de serviços e comprovação de despesas.

A apresentação ocorreu durante coletiva de imprensa realizada na Sala de Comissões do Parlamento estadual. O documento foi elaborado a partir de depoimentos e de materiais encaminhados pela Procuradoria-Geral do Estado (PGE), Controladoria-Geral do Estado (CGE), Tribunal de Contas do Estado (TCE) e Polícia Federal. Segundo o assessor jurídico da CPI, André Luis Rufino, a análise envolve aproximadamente 10 mil documentos.

Um dos principais pontos identificados pela CPI foi o crescimento dos pagamentos por reconhecimento de dívida, modalidade utilizada quando serviços são prestados sem cobertura contratual prévia e a administração reconhece posteriormente a obrigação de pagamento. Conforme a análise apresentada, o procedimento, inicialmente associado a situações excepcionais, passou a ser utilizado de forma recorrente, com aumento superior a 400% no período examinado.

Leia Também:  Deputado viabiliza unidades do Corpo de Bombeiros para Mirassol D’Oeste e Sapezal

O relatório detalha que R$ 750,5 milhões foram pagos a empresas relacionadas à Operação Espelho, sendo R$ 109,1 milhões provenientes de recursos federais e o restante de recursos estaduais. Considerando outras prestadoras de serviços da SES, o volume de despesas indenizatórias ultrapassa R$ 1 bilhão.

André Luis Rufino, assessor jurídico da CPI.

André Luis Rufino, assessor jurídico da CPI.

Foto: Helder Faria

A comissão também apresentou apontamentos sobre alertas feitos na época pela CGE e PGE relacionados à regularidade das contratações e dos pagamentos. Segundo Rufino, a análise identificou baixo atendimento às recomendações do controle interno, além da continuidade de procedimentos que demandavam adequação.

Outro eixo da investigação envolve possíveis inconsistências na comprovação de plantões médicos, registros de frequência, atestados de execução e pagamentos por serviços. O material apresentado reúne apontamentos sobre divergências entre escalas e registros, ausência de comprovação de atendimentos e possíveis falhas na fiscalização contratual, inclusive em serviços de terapia intensiva.

O relatório também detalhou possíveis responsabilidades em diferentes níveis da administração pública e entre empresas prestadoras de serviços, além de encaminhamentos que poderão ser avaliados ao longo da investigação, como apuração administrativa, ressarcimento de recursos e comunicação aos órgãos competentes. Os apontamentos integram um relatório preliminar e ainda dependem da continuidade dos trabalhos e das providências cabíveis.

Leia Também:  PRF apreende drogas e arma de fogo durante fiscalização a ônibus na BR-174 em Pontes e Lacerda (MT)

Mesmo com a suspensão temporária das oitivas durante o período eleitoral, a CPI manteve a análise dos documentos. Instalada em 4 de março de 2026, a comissão tinha prazo inicial de 180 dias, com encerramento previsto para 4 de setembro. O plenário da ALMT aprovou a prorrogação dos trabalhos para até janeiro de 2027.

A próxima reunião está marcada para quarta-feira, 7 de outubro, quando a comissão dará continuidade às atividades de investigação, com retomada das oitivas e aprofundamento dos pontos levantados no relatório.

Fonte: ALMT – MT

Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA