POLÍCIA
PRF apreende drogas e arma de fogo durante fiscalização a ônibus na BR-174 em Pontes e Lacerda (MT)
POLÍCIA
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu drogas e uma arma de fogo durante fiscalização a um ônibus interestadual na BR-174, em Pontes e Lacerda (MT). A ocorrência foi registrada na noite desta terça-feira (26), no km 303 da rodovia.
A abordagem ocorreu durante comando de fiscalização voltado ao transporte coletivo de passageiros. No decorrer das inspeções realizadas no interior do veículo e nas bagagens transportadas, os policiais localizaram entorpecentes e uma arma de fogo escondidos em volumes posicionados no compartimento superior interno do ônibus.
No decorrer da fiscalização, duas bagagens localizadas no compartimento superior interno do ônibus foram submetidas à verificação. Durante a inspeção, os policiais localizaram aproximadamente 5,5 quilos de skunk, 1,1 quilo de substância análoga à cocaína, 0,5 quilo de substância análoga à pasta base de cocaína, além de um revólver calibre .38 e seis munições.
O teste preliminar realizado na substância análoga à cocaína apresentou resultado positivo para o entorpecente.
Os envolvidos e os materiais apreendidos foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil de Pontes e Lacerda (MT) para os procedimentos legais cabíveis.
A apreensão reforça a atuação permanente da PRF no combate ao tráfico de drogas, ao porte ilegal de arma de fogo e à criminalidade nas rodovias federais.
Fonte: PRF – MT
POLÍCIA
Deputado Diego Guimarães defende plebiscito para moradores decidirem disputa entre Mato Grosso e Pará
O deputado estadual Diego Guimarães (Republicanos) defendeu a realização de um plebiscito para que moradores das áreas em disputa entre Mato Grosso e Pará decidam oficialmente a qual estado desejam pertencer. O posicionamento foi feito, nesta quarta-feira (27), durante sessão plenária da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT).
“O que está em jogo não é apenas terra ou arrecadação. Nós estamos falando de brasileiros que precisam da presença do poder público”, afirmou o parlamentar na tribuna.
Durante o discurso, Diego Guimarães criticou a postura do Governo do Pará na discussão que será levada ao Supremo Tribunal Federal (STF) no início de junho, durante audiência de conciliação entre os dois estados. A disputa envolve uma área de aproximadamente 22 mil quilômetros quadrados e voltou à pauta do STF após o Governo de Mato Grosso questionar uma decisão anterior da Corte sobre os limites territoriais entre as duas unidades federativas.
Ao citar declarações da governadora paraense, Hana Ghassan (MDB), de que não abre mão do território, o deputado Diego Guimarães respondeu defendendo que a prioridade seja a população que vive na região de faixa de fronteira. “Façamos um plebiscito para ouvir o povo. Vamos perguntar se eles querem continuar no abandono ou se querem acesso à infraestrutura, educação e assistência que Mato Grosso tem oferecido”, declarou o deputado.
Em entrevista, Diego Guimarães afirmou que a discussão precisa ir além da questão cartográfica e considerar a situação das famílias que vivem nas regiões de fronteira. “Antes de falar de terra, precisamos falar de pessoas”, afirmou.
Segundo o parlamentar, moradores de comunidades paraenses costumam atravessar a fronteira para serem atendidos por serviços públicos em cidades como Guarantã do Norte, Novo Mundo, Alta Floresta, Paranaíta e Apiacás, comprovando que a população local já depende historicamente da estrutura oferecida por Mato Grosso.
“A minha origem é Guarantã do Norte. Eu convivo com essa realidade desde criança e, hoje, como deputado, continuo acompanhando de perto a situação dessas famílias”, declarou. “Meu irmão mora há anos nesta região no Estado do Pará, portanto, conhecemos muito bem a importância de uma conciliação para esta questão”, disse.
Diego Guimarães também relatou que moradores de localidades como Cachoeira da Serra, Castelo dos Sonhos e Vale do XV dependem diretamente da estrutura oferecida por Mato Grosso, principalmente nas áreas de saúde, educação e infraestrutura.
“O problema é que, muitas vezes, essas pessoas vivem em áreas que estão no mapa do Pará, mas que, na prática, não recebem a presença do Governo do Pará”, afirmou o deputado. “Muitas dessas famílias estão geograficamente no Pará, pagam impostos ao Pará, mas quem presta assistência é Mato Grosso”, acrescentou.
O parlamentar também afirmou que produtores rurais e prefeitos enfrentam dificuldades jurídicas ao tentarem realizar melhorias em estradas ou prestar apoio em áreas oficialmente pertencentes ao estado vizinho. “Tem prefeito respondendo processo porque colocou máquina para recuperar estrada rural em uma região onde o Estado do Pará não atua”, afirmou.
Segundo Diego Guimarães, a Assembleia Legislativa acompanha a questão de forma institucional e deverá participar das discussões no STF. Ele também defendeu que, independentemente do resultado da disputa territorial, a gestão paraense permita que Mato Grosso continue prestando apoio às comunidades da região.
“Mesmo que a terra continue com o Pará, permitam que Mato Grosso ajude essas famílias com estradas, transporte escolar e atendimento à saúde”, concluiu.
Fonte: ALMT – MT
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