POLÍCIA
Polícia Civil prende homem condenado por estupro de vulnerável praticado em Alto Garças
POLÍCIA
A Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Delegacia de Polícia de Alto Garças, prendeu na terça-feira (13.10), um homem com mandado de prisão definitiva por condenação decretado pelo crime de estupro de vulnerável.
O foragido, de 58 anos, foi preso na cidade de Chapadão do Sul, no Mato Grosso do Sul, durante ação da equipe da Delegacia de Alto Garças com apoio da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa de Rondonópolis.
A localização do procurado ocorreu após diligências investigativas realizadas com auxílio do Núcleo de Inteligência da Delegacia Regional de Rondonópolis e da Gerência Estadual de Polinter e Capturas (Gepol).
A ordem judicial foi expedida pela Vara Única da Comarca de Alto Garças, em decorrência de condenação transitada em julgado, com pena estabelecida em mais de 10 anos de reclusão.
Do fato
O crime ocorreu em 1º de janeiro de 2022, quando a vítima, uma menina de 12 anos à época dos fatos, relatou ter sofrido abusos praticados pelo condenado, conhecido de sua família. O caso foi investigado pela Polícia Civil e encaminhado à Justiça, que julgou a ação penal e proferiu a condenação.
Após o trânsito em julgado da sentença, em agosto de 2026, o condenado deixou o município de Alto Garças e passou a ser procurado para o cumprimento da pena.
Integração
A atuação integrada das equipes policiais foi fundamental para identificar o paradeiro do condenado em outro estado e efetivar o cumprimento da ordem judicial, reforçando o trabalho da Polícia Civil no cumprimento de decisões judiciais, na responsabilização de autores de crimes e na proteção de crianças e adolescentes.
Fonte: Policia Civil MT – MT
POLÍCIA
CPI da Saúde aprofunda apuração sobre pagamentos indenizatórios e prevê novas oitivas
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Saúde da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT) deu continuidade, nesta quarta-feira (14), à apuração de procedimentos administrativos e pagamentos realizados pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT). A reunião ouviu o ex-secretário Gilberto Figueiredo, que respondeu aos questionamentos dos parlamentares sobre pagamentos indenizatórios, reconhecimento de dívidas e recomendações dos órgãos de controle. O atual secretário, Juliano Silva Melo, não compareceu à oitiva.
Entre os principais pontos debatidos estiveram os valores pagos por indenização, a continuidade desse tipo de despesa após a fase mais crítica da pandemia de Covid-19 e os procedimentos adotados pela Secretaria diante das orientações da Procuradoria-Geral do Estado (PGE) e da Controladoria-Geral do Estado (CGE).
Após a reunião, o deputado Wilson Santos afirmou que as respostas do ex-secretário reforçaram a necessidade de esclarecer os pagamentos indenizatórios, que, segundo ele, ultrapassaram R$ 1,1 bilhão. O parlamentar também questionou o crescimento dessas despesas no período posterior à fase mais crítica da pandemia e citou pagamentos superiores a R$ 140 milhões ao Hospital Israelita Albert Einstein, sobre os quais considera necessário obter explicações.
Em entrevista, Gilberto Figueiredo defendeu os procedimentos adotados durante sua gestão. Segundo ele, pagamentos indenizatórios já eram utilizados na administração estadual e, na área da Saúde, podem ocorrer em situações nas quais a aquisição de um medicamento ou serviço é necessária para garantir o atendimento de pacientes. O ex-secretário também afirmou que suas decisões consideravam as necessidades da assistência pública e que não manteve acordos ilícitos com empresas.
Foto: Helder Faria
A oitiva também abordou o cumprimento das recomendações dos órgãos de controle e a responsabilidade pelas decisões administrativas. Figueiredo declarou que, em determinadas situações, considerou necessário ponderar as orientações recebidas diante das necessidades dos pacientes. Já Wilson Santos avaliou que persistem dúvidas sobre os procedimentos e os valores envolvidos, que deverão ser considerados no andamento da investigação.
Comissão prevê novos encaminhamentos – A ausência do atual secretário de Saúde também esteve entre os assuntos tratados após a reunião. Wilson Santos informou que seria encaminhado pedido ao desembargador Marcos Machado para buscar a determinação judicial do comparecimento de Juliano Silva Melo, após sucessivos adiamentos. O deputado afirmou ainda que a CPI pretende ouvir outros agentes públicos, conforme a avaliação dos depoimentos e documentos reunidos.
A comissão segue com a análise dos procedimentos investigados e a programação de novas oitivas. O prazo de funcionamento foi prorrogado, com previsão de encerramento dos trabalhos em janeiro de 2027.
Participaram da reunião os deputados Chico Guarnieri (PRD), vice-presidente da CPI; Beto Dois a Um (União), relator; e Dilmar Dal Bosco (União), membro titular.
Fonte: ALMT – MT
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